quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

REDE DA EVANGELIZAÇÃO :

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LINCKS DA EVANGELIZAÇÃO: ACESSEM...

http://www.diocesedeosorio.org/osorio/liturgiadashoras/principal.asp
(Reze a Liturgia das Horas)

Conheça Orações em outros idiomas:
http://www.linguaestrangeira.pro.br/preces.htm
http://www.voltaparacasa.com.br/oracoes.htm


Liturgia Diária :
(Fonte: )
http://www.saojorgemartir.com.br/liturgia/     /Santos/SP/BR )
Clique nos lincks abaixos e tenha acesso on-line as leituras do dia. http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/
http://www.universocatolico.com.br/index.php?/liturgia-diaria.html http://www.paroquias.org/capela/liturgia.php
http://www.catolicoorante.com.br/liturgia_diaria.html
http://www.padremarcelorossi.com.br/liturgia.php 


ACOMPANHE TAMBÉM " OS SANTOS DO DIA", (OS SANTOS SÃO NOSSOS AMIGOS E INTERCEDEM POR NÓS JUNTOS A JESUS); DEVEMOS TE-LOS COMO MODELOS E EXEMPLOS PARA NOSSA VIDA CRISTÃ. CLIQUE NOS LINCKS ABAIXO, E ACOMPANHE ON LINE, SANTO DO DIA E SUA HISTÓRIA.
http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/RolSanto.htm
http://www.catolicanet.com/?system=santododia
http://odiadossantos.carissimus.com/index.htm
http://www.lepanto.com.br/Hagiog2.html

CATEQUESE


O que é catequese?
O Papa João Paulo II disse: "A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, a qual compreende especialmente um ensino da doutrina cristã, dado em geral de maneira orgânica e sistemática, com fim de os iniciar na plenitude da vida cristã" (CT). Segundo O Novo Catecismo da Igreja Católica (1992) "no centro da catequese encontramos essencialmente uma Pessoa, a de Jesus Cristo de Nazaré, Filho único do Pai...

A finalidade definitiva da catequese é levar à comunhão com Jesus Cristo: só Ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade... Todo catequista deveria poder aplicar a si mesmo a misteriosa palavra de Jesus: 'Minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou' (Jo 7,16)" (NCIC, 426-427). Em sua origem, o termo "CATEQUESE" diz respeito à proclamação da Palavra. O termo se liga a um verbo que significa "Fazer" - "Ecoar" (gr. Kat-ekhéo). Assim a catequese tem por objetivo último fazer escutar e repercutir a Palavra de Deus.

Desta forma, é missão da Igreja anunciar o Evangelho em todo o mundo, mas, em primeiro lugar, a Palavra de Deus deve ser anunciada aos seus próprios membros. É dentro da Igreja que se desenvolve a formação de seus membros, para que possam depois anunciar a todos a Palavra de Deus. Quando se fala em catequese, muitos pensam na catequese que se prepara as crianças à Primeira Eucaristia. Catequese hoje não se deve confundir com o "dar catecismo".

A catequese faz parte da ação evangelizadora da Igreja que envolve aqueles que aderem a Jesus Cristo. Catequese é o ensinamento essencial da fé, não apenas da doutrina como também da vida, levando a uma consciente e ativa participação do mistério litúrgico e irradiando uma ação apostólica. Segundo o Documento de Puebla (1979) e a afirmação dos Bispos do Brasil, a catequese é um processo de educação da fé em comunidade, é dinâmica, é sistemática e permanente. Os Bispos da América Latina reunidos em Santo Domingo (1992) nos disseram": "Damos graças a Deus pelos esforços de tantos e tantas catequistas que cumprem seu serviço eclesial com sacrifício, selado, às vezes, com suas vidas. Contudo, devemos reconhecer como pastores que ainda há muito por fazer.

Existe ainda muita ignorância religiosa, a catequese não chega a todos e muitas vezes chega em forma superficial, incompleta quanto a seus conteúdos, ou puramente intelectual, sem força para transformar a vida das pessoas e de seus ambientes" (DSD, 41). Todo cristão que aceita Cristo por inteiro, esse é o verdadeiro cristão balizado, ele é responsável, em anunciar a Palavra de Deus, a começar por si próprio e pela família. Para tanto, tem uma maturidade cristã de fé e de amor ao próximo e à Igreja.

COMENTÁRIO DO MÊS

São Sebastião, defensor da Igreja
São Sebastião, defensor da Igreja e apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos
O santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.
Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.
Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.
São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.
São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.

São Sebastião, rogai por nós!

PAPOABERTO

Sínodo 2019: a Amazônia no coração da Igreja
“Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral” é o título do Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Amazônia, composto por um texto-base que oferece uma análise da conjuntura atual da Amazônia.
Cidade do Vaticano
A Amazônia foi tema de debate na manhã de sexta-feira (08/06), no Vaticano, com a apresentação na Sala de Imprensa da Santa Sé do Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos de 2019.
“Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral” é o título do Documento, composto por um texto-base, que oferece uma análise da conjuntura atual da Amazônia e aponta percursos e novos caminhos para a Igreja a serviço da vida nesse bioma.
O objetivo do material é preparar as comunidades para o Sínodo e ouvi-las, para que essa grande assembleia repercuta, de fato, os clamores que saem das bases, o que é um desejo expresso do Papa Francisco.
O texto está dividido em três partes, segundo o método ver, discernir e agir. Ao final do material, estão algumas questões que permitem um diálogo e uma progressiva aproximação da realidade para que as populações da Amazônia sejam ouvidas.
Ver
A primeira parte é o VER, um convite a olhar a identidade e os clamores da Pan-Amazônia. Território, diversidade sociocultural, identidade dos povos indígenas, memória histórica eclesial, justiça e direitos dos povos, espiritualidade e sabedoria, são os pontos apresentados nessa parte do texto. Segundo o documento preparatório, “em sua história missionária, a Amazônia tem sido lugar de testemunho concreto de estar na cruz, inclusive, muitas vezes, lugar de martírio. A Igreja também aprendeu que neste território, habitado por mais de 10 mil anos por uma grande diversidade de povos, suas culturas se construíram em harmonia com o meio ambiente”.
Discernir
O DISCERNIR é a segunda parte do documento que ilumina as reflexões para uma conversão pastoral e ecológica. O anúncio do Evangelho de Jesus na Amazônia é apresentado a partir das dimensões bíblico-teológica, social, ecológica, sacramental e eclesial-missionária. “Hoje o grito da Amazônia ao Criador é semelhante ao grito do povo de Deus no Egito (cf. Ex 3,7). É um grito de escravidão e abandono, que clama pela liberdade e o cuidado de Deus. É um grito que anseia pela presença de Deus, especialmente quando os povos amazônicos, por defender suas terras, são criminalizados por parte das autoridades; ou quando são testemunhas da destruição do bosque tropical, que constitui seu habitat milenar; ou, ainda, quando as águas de seus rios se enchem de espécies mortas no lugar de estarem plenas de vida”, afirma o texto de preparação.
Agir
Por fim, o documento, na última parte, provoca a ação, a AGIR: novos caminhos para uma Igreja com rosto amazônico. O texto reflete o que seria esse rosto, a dimensão profética, os ministérios e os novos caminhos. “No processo de pensar uma Igreja com rosto amazônico, sonhamos com os pés fincados na terra de nossos ancestrais e com os olhos abertos pensamos como será essa Igreja a partir da vivência da diversidade cultural dos povos. Os novos caminhos terão uma incidência nos ministérios, na liturgia e na teologia (teologia indígena)”, destaca o texto.
Após as reflexões realizadas pelo documento, uma série de questões são apresentadas para contribuir com a escuta das realidades da Pan-Amazônia. O questionário está dividido, metodologicamente, de acordo com as partes do documento para facilitar os trabalhos que serão realizados pelas comunidades e grupos que responderão as perguntas. “A finalidade deste questionário é escutar a Igreja de Deus sobre os «novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral» na Amazônia. O Espírito fala através de todo o povo de Deus. Nessa escuta podem-se conhecer os desafios, as esperanças, as propostas e reconhecer os novos caminhos que Deus pede à Igreja nesse território”, diz o Documento.
O documento preparatório termina com as palavras de Francisco em Porto Maldonado, no momento em que abre, oficialmente, o Sínodo especial para a Amazônia: “Ajudai os vossos Bispos, ajudai os vossos missionários e as vossas missionárias a fazerem-se um só convosco e assim, dialogando com todos, podeis plasmar uma Igreja com rosto amazônico e uma Igreja com rosto indígena. Com esse espírito, convoquei um Sínodo para a Amazônia no ano de 2019”.
Sínodo para a Amazônia
O Sínodo para Amazônia foi uma resposta do Papa Francisco à realidade da Pan-Amazônia. De acordo com o Pontífice, “ o objetivo principal desta convocação é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspectivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazônica, pulmão de capital importância para nosso planeta. Que os novos Santos intercedam por este evento eclesial para que, no respeito da beleza da Criação, todos os povos da terra louvem a Deus, Senhor do universo, e por Ele iluminados, percorram caminhos de justiça e de paz”


VAMOSPENSAR?

" Mensagens para Reflexão !" (http://migre.me/3fb42 )
Salmo, 65
1.Ao mestre de canto. Cântico. Salmo. Aclamai a Deus, toda a terra,
2.Cantai a glória de seu nome, rendei-lhe glorioso louvor.
3.Dizei a Deus: Vossas obras são estupendas! Tal é o vosso poder que os próprios inimigos vos glorificam.
4.Diante de vós se prosterne toda a terra, e cante em vossa honra a glória de vosso nome.
5.Vinde contemplar as obras de Deus: ele fez maravilhas entre os filhos dos homens.
6.Mudou o mar em terra firme; atravessaram o rio a pé enxuto; eis o motivo de nossa alegria.
7.Domina pelo seu poder para sempre, seus olhos observam as nações pagãs; que os rebeldes não levantem a cabeça.
8.Bendizei, ó povos, ao nosso Deus, publicai seus louvores.
9.Foi ele quem conservou a vida de nossa alma, e não permitiu resvalassem nossos pés.
10.Pois vós nos provastes, ó Deus, acrisolastes-nos como se faz com a prata.

11.Deixastes-nos cair no laço, carga pesada pusestes em nossas costas.

FORMAÇÃO SOBRE LITURGIA/ATITUDES/COTIDIANA



http://migre.me/3R58v
FORMAÇÃO SOBRE LITURGIA /DE ATITUDES / COTIDIANA. 














A ESPIRITUALIDADE MISSIONARIA.
A palavra ‘Missão’, em si, tem uma atração à parte. Ela aponta a um destino sem fim e desafia os fiéis escondendo a chamada transformação. Um chamado misturado de dramas, desafios, realidades humanas e conceitos eclesiásticos. Os missionários e as missionárias fizeram uma passagem às outras terras, outras culturas, outros povos, periferias sociais e geográficas do mundo. Cativaram tantos pela Boa Nova e foram cativados pelos corações humanos. Sacrificaram as suas vidas longe dos seus familiares, da sua amada pátria, em prol da missão! Hoje, nos parece, tal zelo não existe mais. Os tempos mudaram. Mais ainda, há tentativas recorrentes de minar a contribuição que a religião cristã é chamada a dar para o bem comum da sociedade.
Sagrada Escritura
A missão se encontra em muitos textos bíblicos, mais ainda, a Sagrada Escritura inteira é regada dos ditos e atos da missão divina. Escolhemos um ou outro texto para a nossa reflexão. Podemos nos limitar aos evangelhos e nos encontraremos na missão de Jesus (Mc 1, 14ssLc 4, 16-30), na missão dos seus discípulos (Mc 6, 6-13Lc 9,1-6) e mais tarde, na missão da primeira comunidade (Mt 28,19At 1,6-8; 13,1-3), muitos relatos da missão para refletir.
Documentos como o da V Conferência (Aparecida), Evangelii Gaudium, trazem as instruções importantes e atualizadas a respeito da missão. As Igrejas locais devem acolher com carinho especial o que disse o decreto Ad Gentes e colocá-lo em prática. A evangelização, tarefa primordial que incumbe a todos os cristãos, comporta a missão profética de testemunho das exigências da Palavra de Deus (Documento: Evangelização e missão profética da Igreja). Os bispos apontam aos novos desafios que hoje se colocam diante dessa tarefa - o pluralismo cultural e religioso, a exclusão social persistente no Brasil, as questões éticas decorrentes, corrupção endêmica, a pastoral urbana e um esvaziamento dos fiéis da Igreja.
Fundamentação
A missão tem sua fundamentação trinitária. Uma obra conjunta pela salvação da humanidade. O Concílio Vaticano II situou a Missão na sua verdadeira fonte: ela nasce em Deus, é dom de Deus Pai, realizada pelo Verbo Encarnado e conduzida pelo Espírito Santo. É um grande projeto de bondade e misericórdia de Deus. A nossa colaboração missionária consiste apenas em deixarmo-nos envolver por esse dom misericordioso de Deus. A missão é proclamar a Palavra com alegria. O documento Evangelii Gaudium (Alegria do Evangelho) aponta as novas metas para o anúncio de uma Boa Nova ao mundo atual. Para o papa Francisco a ‘Missão’ exige uma transformação de uma Igreja institucionalmente sedentária, prisioneira dos estilos ultrapassados, parada no tempo e enrijecida no decorrer de sua história. Ou seja, a Igreja deve preservar o que deve ser conservado e remover o que não presta mais. Ele propõe novas metas e mudanças radicais (EG 272) e propõe uma Igreja em saída!
A missão é profética. Os missionários e os cristãos têm a grande tarefa de anunciar o Evangelho e denunciar as múltiplas formas de exclusão social, a violência e desigualdade. Ou seja, aquilo que não condiz com os valores do Evangelho. Todo cristão carrega o compromisso de construção de uma sociedade de igualdade, justiça e paz. A missão existe a serviço do Reino e da libertação. É preciso respeitar a liberdade de Deus, já presente na liberdade das pessoas que procuram responder à sua maneira. Mais que destruir muros, o papel do missionário será aprender a ver por cima deles, como Deus vê.
Compromisso
A missão é levar a cabo as atividades pastorais da Igreja. A Igreja cumpre sua missão e se realiza como diz o documento Ad Gentes: “mediante a atividade pela qual, obedecendo ao mandamento de Cristo e movida pela graça e pela caridade do Espírito Santo, ela se torna atual e plenamente presente a todos os homens ou povos para os conduzir à fé, liberdade e paz de Cristo, não só pelo exemplo de vida e pela pregação, mas também, pelos sacramentos e pelos restantes meios da graça (AG 5)”. Somente através do diálogo inter-religioso e intercultural um missionário pode apalpar o outro, o desconhecido, onde a Igreja ainda não chegou, nem Cristo foi anunciado ou compreen­dido. A permanente dinâmica de dar e receber deve prevalecer. Somente quando você se aproxima, enxerga a beleza do outro, admira o diferente. Devemos ter a mesma reciprocidade com o mundo em que vivemos. O missionário deve facilitar e ajudar nesse diálogo.
A missão é participar no projeto do Reino de Deus. A missão da Igreja insere-se nesse projeto divino, que ultrapassa as fronteiras e atinge as dimensões do Reino, porque o Reino é maior que a Igreja. Deus chegou a todos os povos, as sementes do Reino estão presentes em todas as culturas e religiões. Antes do missionário ter chegado lá, a presença divina já esteve presente. A missão é cuidar da ecologia, a nossa casa comum. Com a encíclica Laudato si’ o tema da ecologia e a responsabilidade de um compromisso para o cuidado da casa comum entrou na agenda da Igreja. Hoje faz parte da missão de todos os cristãos! Um compromisso para erradicar a miséria e promover a igualdade de acesso para todos os recursos do planeta. O documento alerta para a ‘deterioração do mundo e da qualidade de vida de grande parte da humanidade’ que afeta, de modo especial, ‘os mais frágeis do planeta’.
Alguns anos atrás, numa das suas mensagens, o papa Bento XVI escreveu a seguinte frase: ‘que o Dia Mundial das Missões seja ocasião útil para compreender, sempre melhor, que o testemunho do amor, alma da Missão, diz respeito a todos. De fato, servir o Evangelho não deve ser considerado uma aventura solitária, mas um compromisso compartilhado de todas as comunidades. Ao lado dos que estão na linha de frente nas fronteiras da evangelização - e refiro-me aqui com gratidão aos missionários e às missionárias -, muitos outros, crianças, jovens e adultos, com sua oração e cooperação, contribuem, de várias formas, para a difusão do Reino de Deus na terra. Desejo que esta coparticipação, graças à colaboração de todos, aumente sempre.’ Em poucas palavras o papa traduz o mandato missionário recebido do Evangelho pelos Discípulos: ‘Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda criatura!’ (Mc 16,15) e traz à tona as reflexões fundamentais do documento Ad Gentes. Os membros da Igreja não são todos chamados a trabalhar em terras estrangeiras, mas todos têm uma parte a desempenhar na grande obra de comunicar a luz do Evangelho ao mundo.
*Ronaldo Lobo, SVD, é Superior dos Verbitas em Curitiba, PR

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Movimento/VALE NA FÉ : SP/BR




http://migre.me/2RvMv








Movimento / VALE NA FÉ :SP/BR
Vamos unir nosso Vale do Paraíba/SP/BR na Amizade em Oração pela Evangelização em nossa Fé!
Conto com vocês, sejam bem vindos.

MOVIMENTO DEUS É MAIS/ESTADO DE SP/ BR

http://migre.me/1RDN7









MOVIMENTO DEUS É MAIS / ESTADO DE SP /BR
VAMOS UNIR O ESTADO DE SÃO PAULO EM UMA GRANDE CORRENTE DE EVANGELIZAÇÃO EM ORAÇÃO E AMIZADE.
USEMOS DE TODOS OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO PARA PROCLAMAR DEUS EM NOSSAS VIDAS E GLORIFICA-LO DIZENDO QUE DEUS É MAIS.
MAIS EM NOSSAS VIDAS, MAIS EM TUDO, MAIS QUE TUDO.
SEJAM BEM VINDOS!

MOVIMENTO: O ESPÍRITO SANTO NOS CONDUZ /MG/BR

http://migre.me/3s0qy






MOVIMENTO : O ESPÍRITO SANTO NOS CONDUZ /MG /BR

VAMOS NOS UNIR AOS NOSSOS IRMÃOS DE MINAS GERAIS EM ORAÇÃO E AMIZADE PERMITINDO QUE O ESPIRITO SANTO NOS CONDUZA.

UNIDOS A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA.

FORMEMOS UMA GRANDE REDE DE ORAÇÃO E AMIZADE.
http://twitter.com/sebastiaoadlima

MOVIMENTO:O CORAÇÃO DE JESUS BATE EM NÓS /N-CO/BR

http://migre.me/3s39F






MOVIMENTO: O CORAÇÃO DE JESUS BATE EM NÓS / N-CO/BR

VAMOS NOS UNIR AOS NOSSOS IRMÃOS DO NORTE E CENTRO OESTE DO BRASIL EM ORAÇÃO E AMIZADE PERMITINDO QUE O SAGRADO CORAÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, BATA EM NÓS;
"FOMOS CRIADOS A IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS, QUE NOSSOS CORAÇÕES HUMANOS SEJAM SEMELHANTES AO CORAÇÃO DE CRISTO."
(JESUS MANSO E HUMILDE DE CORAÇÃO, FAZEI NOSSO CORAÇÃO SEMELHANTE AO VOSSO. AMÉM)
http://twitter.com/sebastiaoadlima

http://twitter.com/PNSDACONCEICAO
LISTA ATUALIZADA DOS BLOGS CATÓLICOS DO ESTADO DO PARÁ http://t.co/LyRTkjr

TERÇO MARIANO ON LINE

http://migre.me/41TUt






TERÇO MARIANO ON LINE





REZEMOS JUNTOS O SANTO TERÇO MARIANO
REVIVENDO OS CAMINHOS DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

CLIQUE EM UM DOS LINCKS ABAIXO PARA ACESSAR E JUNTOS PARTICIPARMOS:

http://www.a12.com/santuario/capela/terco_virtual.asp APARECIDA/SP

http://site.antigo.acnsf.org.br/terco-online/terco.html


http://www.arautos.org/rosario/ ARAUTOS DO EVANGELHO


http://www.portalkairos.net/oracao/terco_player.asp

MOVIMENTO: NOS BRAÇOS DE CRISTO : O ABRAÇO DA PAZ ! /RJ/BR.


MOVIMENTO : " NOS BRAÇOS DE CRISTO : O BRAÇO DA PAZ !"

PEDINDO PELA PAZ NA CIDADE E ESTADO DO RIO DE JANEIRO ; NA INTERCESSÃO DE SÃO SEBASTIÃO(cidade)  E SÃO JORGE (estado).

REZEMOS SEMPRE : 1 ORAÇÃO DO PAI NOSSO E 1 ORAÇÃO DA AVE MARIA ,
NA INTERCESSÃO DE SÃO SEBASTIÃO E SÃO JORGE, PEDINDO PAZ, PROSPERIDADE, HARMONIA E FELICIDADES A NOSSOS AMIGOS E IRMÃOS DO RIO DE JANEIRO.
Cante a Música: SONHO DE PAZ:

OCD / OCDS .



Ordem do Carmo




Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo




Escudo da Ordem do Carmo (ou Carmelitas)


(O.Carm.)


Lema

"Zelo zelatus sum pro Domino Deo exercituum (com zelo tenho sido zeloso pelo Senhor Deus dos exércitos)"


Fundação

Finais do século XII


Tipo

Ordem religiosa


Sede

Cúria Geral dos Carmelitas
Via Giovanni Lanza 138,
00184 Roma, Itália


Sítio oficial

www.ocarm.org


A Ordem do Carmo (ou Ordem dos Carmelitas), originalmente chamada Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, é uma ordem religiosa católica que surgiu no final do século XI, na região do Monte Carmelo (uma cadeia de colinas, próxima à actual cidade de Haifa, antiga Porfíria, no atual Estado de Israel), onde está instalada no Mosteiro de Nossa Senhora do Monte Carmelo.

A palavra "carmelo" significa jardim. Conta a tradição que o profeta Elias se estabeleceu numa gruta, em pleno Monte Carmelo, seguindo uma vida eremítica de oração e silêncio. Nele, e no seu modo de vida, se inspiraram os primeiros religiosos da Ordem. Mais tarde, uma Regra para a Ordem do Carmo foi sistematizada e proposta por Santo Alberto, Patriarca de Jerusalém, e aprovada pelo papa Honório III em 1226. No século XIII os religiosos acabaram por migrar para os países do Ocidente, fugindo das invasões sarracenas.

No século XVI, na Espanha, Santa Teresa de Ávila e São João da Cruz conduziram um processo de renovação (ou reforma) do carisma da Ordem do Carmo. Deste processo histórico e místico surgiu um novo ramo: o ramo dosCarmelitas Descalços.

Um mosteiro ou convento carmelita é conhecido por carmelo.


Os ramos da Ordem do Carmo



Brasão da Antiga Observância da Ordem do Carmo e da Ordem Terceira do Carmo.

Carmelitas da Antiga Observância

A Ordem dos Carmelitas da Antiga Observância (ou simplesmente Carmelitas) são o ramo mais antigo e originário da Ordem do Carmo.



Santa Maria Madalena de Pazzi, mística Carmelita.

Denominações e siglas

Ordo Fratrum Beatissimae Mariae Virginis de Monte Carmelo; Ordo Fratrum Carmelitarum Antiquae Observantiae; Calceatorum; CC; Carm. C.; OC; OCAO; OCC; O.Carm.

Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo; Ordem dos Carmelitas; Carmelitas Calçados; Carmelitas da Antiga Observância, Ordem dos Carmelitas Observantes, Ordem do Carmo.

Eremitas da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Eremitas da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo

Os Eremitas da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo (ou Carmelitas Eremitas) são um ramo da Ordem do Carmo que se originou com monges eremitas que, desde oséculo XIII, se tornaram na sua maioria em frades mendicantes. Os Carmelitas Eremitas do ramo masculino da Ordem do Carmo não são, contudo, considerados como os frades carmelitas de vida activa e apostólica. Na actualidade, os Carmelitas Eremitas são comunidades separadas, tanto de homens como de mulheres, que vivem uma vida de clausura, inspirada na antiga vida monástica carmelita, sob a autoridade do Prior Geral da Ordem Carmelita (O. Carm.).

Denominações e siglas[editar | editar código-fonte]

Eremitarum Beatissimae Virginis Mariae de Monte Carmelo; Fratrum Carmelitarum Eremitarum; E.Carm.;

Eremitas da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo; Eremitas de Nossa Senhora do Carmo; Carmelitas Eremitas; Irmãos Carmelitas Eremitas; Monges Carmelitas Eremitas; Eremitas do Monte Carmelo; Eremitas Carmelitas.

Ordem Terceira do Carmo

Ver artigo principal: Ordem Terceira do Carmo



Uma religiosa carmelita na solidão da sua cela, a rezar e a praticar a Lectio Divina.

A Venerável Ordem Terceira do Carmo (ou, simplesmente, Terceiros Carmelitas) é um ramo da Ordem do Carmo composto pelo grupo de membros leigos dos Carmelitas da Antiga Observância, os quais encontram-se sempre unidos em comunhão fraterna com os frades contemplativos e com as freiras de clausura da sua ordem religiosa. Este ramo baseia-se, por norma, no carisma carmelita original, ainda que partilhe a riqueza espiritual do ramo reformado por Santa Teresa de Ávila e São João da Cruz.

A instituição da Ordem Terceira do Carmo, depois também chamada de Venerável devido ao fato de se tratar da maior ordem religiosa mariana), remonta ao tempo de São Simão Stock que, além de ter sido um importante empreendedor na constituição da Ordem do Carmo, foi quem recebeu das mãos de Nossa Senhora o Seu famoso Escapulário, sob a promessa de divinas graças que seriam concedidas aos seus confrades que o usassem com devoção. É considerado, contudo, como fundador das Irmãs Carmelitas de clausura e da própria Ordem Terceira do Carmo, o Beato João Soreth. Na realidade, tal deve-se ao facto de que, em meados do século XV, apesar dessas comunidades religiosas já existirem, estas viviam sem Regra definida e foi ele quem deu-lhes a devida forma canónica. Foi o Beato João Soreth quem, na primeira pessoa, empreendeu todos os esforços necessários e obteve do papa a aprovação dos estatutos legais e o reconhecimento da Ordem das Irmãs Carmelitas de clausura e da Ordem Terceira do Carmo (sendo esta última composta maioritariamente por homens e mulheres leigos, mas que estão ligados espiritualmente, de modo bastante particular, aos restantes membros da Ordem do Carmo). Na implementação do ramo da Ordem Terceira do Carmo esteve também relacionado São Nuno de Santa Maria.

Denominações e siglas

Ordo Tertius Beatissimae Mariae Virginis de Monte Carmelo; Ordo Tertius Carmelitarum; OTC; VOTC; O.T.Carm.

Ordem Terceira da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo; Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte Carmelo; Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo; Venerável Ordem Terceira do Carmo; Ordem Terceira do Carmo; Ordem dos Terceiros Carmelitas; Terceiros Carmelitas.

Carmelitas Descalços



Brasão dos Carmelitas Descalços e da Ordem dos Carmelitas Seculares

Ver artigo principal: Ordem dos Carmelitas Descalços

A Ordem dos Carmelitas Descalços (ou, simplesmente, Carmelitas Descalços) é um ramo da Ordem do Carmo, formado em 1593, que resulta de uma reforma feita ao carisma carmelita elaborada por Santa Teresa de Ávila e São João da Cruz. Este ramo divide-se em três diferentes tipos de família carmelita: os padres ou frades, as freiras de clausura e os leigos.



Santa Teresa de Ávila



São João da Cruz

No século XVI, Santa Teresa de Ávila iniciou um processo de reforma ao carisma carmelita. Fez um voto de que haveria de seguir sempre o caminho da perfeição, e resolveu mantê-lo o mais próximo possível daquilo que a Regra do Carmo permitia. Numa noite do mês de Setembro de 1560, Teresa de Ávila decidiu reunir um grupo de freiras na sua cela e, tomando a inspiração primitiva da Ordem do Carmo e a reforma descalça de São Pedro de Alcântara, propôs-lhes a fundação de um mosteiro de tipoeremítico. Em 1562 é, então, fundado um novo mosteiro (que foi especialmente dedicado a São José). Por seu lado, em Duruelo, São João da Cruz e António de Jesus fundaram também um novo e primeiro convento masculino destinado aos fradesCarmelitas Descalços. Em 1593, o papa Clemente VIII concedeu total autonomia ao ramo dos Carmelitas Descalços (separando o seu carisma do carisma do ramo dos Carmelitas da Antiga Observância, desde então também chamados de Carmelitas Calçados para que melhor se pudesse estabelecer a diferença).

Denominações e siglas

Ordo Fratrum Discalceatorum Beatissimae Mariae Virginis de Monte Carmelo; Ordo Fratrum Carmelitarum Discalceatorum; CD; Carm. D.; O. Carm. Disc.; OCD.

Ordem dos Irmãos Descalços da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo; Ordem dos Carmelitas Descalços; Carmelitas Descalços, Ordem Carmelitana Descalça.

Carmelitas Seculares

Ver artigo principal: Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares

A Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares (ou, simplesmente, Carmelitas Seculares) é um ramo da Ordem do Carmo destinado ao grupo de leigos dos Carmelitas Descalços, os quais encontram-se assim sempre unidos em comunhão fraterna com os frades contemplativos e com as freiras de clausura da sua ordem religiosa. Este ramo também se baseia na reforma feita ao carisma carmelita elaborada por Santa Teresa de Ávila e São João da Cruz.

A Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares nasceu da vontade de algumas comunidades de leigos poderem fazer parte do carisma característico à das comunidades de religiosos consagrados da Ordem dos Carmelitas Descalços. Daí que, pouco depois da reforma do Carmelo, também se pudessem contemplar leigos como família carmelita. Os leigos Carmelitas Descalços Seculares assumem-se como "uma associação de fiéis que se comprometem a procurar no mundo a perfeição evangélica, inspirando e nutrindo a sua vida cristã com a espiritualidade e a orientação do Carmelo Teresiano" (artº 1 da Norma de Vida). Por outras palavras, o Carmelo Secular é constituído por leigos que procuram viver fielmente a sua vocação de baptizados, pondo em prática o Evangelho com a ajuda da espiritualidade carmelita.

Os Carmelitas Descalços Seculares constituem-se em pequenas fraternidades e "pertencem inteiramente à família carmelitana e são filhos da mesma Ordem, na comunhão fraterna dos mesmos bens espirituais, na participação da mesma vocação à santidade e da mesma missão na Igreja com a diferença essencial do estado de vida" (artº 1 da Norma de Vida).

Denominações e siglas

Ordo Carmelitarum Discalceatorum Seculorum; OCDS.

Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares; Carmelitas Descalços Seculares; Ordem Carmelita Secular; Carmelitas Seculares; Carmelo Secular.


História dos carmelitas no mundo

Ver artigo principal: História dos Carmelitas

Comunidades carmelitas em Portugal



Carmelos (comunidades femininas)[editar | editar código-fonte]

· Carmelo de Cristo Redentor (Aveiro)

· Carmelo do Coração Imaculado de Maria (Carvalhosa)

· Carmelo do Sagrado Coração de Jesus (Beja)

· Carmelo da Imaculada Conceição (Braga)

· Carmelo de Santa Teresa (Coimbra)

· Carmelo do Beato Nuno (Crato)

· Carmelo de Nossa Senhora Rainha do Mundo (Faro)

· Carmelo de São José (Fátima)

· Carmelo da Santíssima Trindade (Guarda)

· Carmelo da Sagrada Família (Torre de Moncorvo)

· Carmelo de Santa Teresinha (Viana do Castelo)

Conventos (comunidades masculinas)[editar | editar código-fonte]

· Convento do Carmo de Aveiro (Aveiro)

· Convento do Menino Jesus de Praga (Avessadas)

· Convento do Carmo de Braga (Braga)

· Convento do Salvador de Beja (Beja)

· Convento da Casa São Nuno de Fátima (Fátima)

· Convento Domus Carmeli de Fátima (Fátima)

· Convento do Carmo de Felgueiras (Felgueiras)

· Convento do Carmo de Lisboa (Lisboa)

· Convento do Carmo do Funchal (Funchal)

· Convento Stella Maris do Porto (Porto)

· Convento do Carmo de Viana do Castelo (Viana do Castelo)


Comunidades carmelitas no Brasil



Carmelos (comunidades femininas)[editar | editar código-fonte]

· Mosteiro Flos Carmeli (Jaboticabal – SP)

· Mosteiro Mater Carmeli (Paranavaí – PR)

· Carmelo de Nossa Senhora Aparecida (Belo Horizonte – MG)

· Carmelo de Santa Teresinha do Menino Jesus (Aparecida – SP)

· Carmelo de Nossa Senhora do Carmo e São José (Francisco Beltrão – PR)

· Carmelo de Nossa Senhora do Carmo (Campo Mourão – PR)

· Carmelo de Nossa Senhora de Guadalupe (Londrina – PR)

· Carmelo da Sagrada Família (Pouso Alegre - MG)

· Carmelo de Santa Teresa e Santa Míriam (Franca - SP)

· Carmelo de Nossa Senhora da Assunção e São José (Curitiba – PR)

· Carmelo de Cristo Redentor (São José – SC)

· Carmelo do Menino Jesus (Caxias do Sul – RS)

· Carmelo de Nossa Senhora do Carmo (Porto Alegre – RS)

· Carmelo de Nosso Senhor dos Passos (São Leopoldo – RS)

· Carmelo de Nossa Senhora do Carmo (Santa Maria – RS)

· Carmelo do Sagrado Coração de Jesus (Santo Ângelo – RS)

· Carmelo do Imaculado Coração de Maria (Giruá – RS)

· Carmelo de Santa Teresa e da Divina Misericórdia (Itajaí – SC)

· Carmelo de São José e da Virgem Mãe de Deus (Santos – RS)

· Mosteiro de Santa Maria das Carmelitas Eremitas (Itapeva – RS)

· Mosteiro de São José (Rio Grande – RS)

· Irmãs Carmelitas da Divina Providência (Belo Horizonte – MG)

· Irmãs Carmelitas do Divino Coração de Jesus (Santa Catarina)

· Carmelitas Mensageiras do Espírito Santo (São Paulo)

Conventos (comunidades masculinas)[editar | editar código-fonte]

· Mosteiro de Santo Elias dos Carmelitas Eremíticos (Itapeva – RS)

· Província Carmelitana Pernambucana (Pernambuco)

· Província Carmelitana de Santo Elias (Unaí – MG)

· Convento de São João da Cruz (Porto Alegre – RS)

· Convento de São José (São Paulo)

· Convento de Nossa Senhora do Carmo (Belo Horizonte – MG)




Aparições e devoções carmelitas



A religiosa carmelita portuguesa Antónia d'Astónaco recebeu uma famosa aparição de São Miguel Arcanjo.

Tal como aconteceu com outras ordens religiosas católicas, a Ordem do Carmo também possui um vasto legado histórico de aparições ou revelações que inspiraram diversas devoções e práticas de piedade popular. Entre elas constam exemplos famosos como:

· Em 1251, a aparição de Nossa Senhora do Carmo a São Simão Stock, prior geral da Ordem dos Carmelitas, na qual a Santíssima Virgem Maria lhe entregou o Escapulário Carmelita e deixou a seguinte promessa: "Recebe, meu filho, este Escapulário da tua Ordem como sinal distintivo da minha confraria e selo do privilégio que obtive para ti e para todos os carmelitas. O que com ele morrer não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos e uma prenda de paz e de aliança eternas.";

· A aparição do Divino Menino Jesus de Praga à Venerável Margarida do Santíssimo Sacramento (1619-1648), irmã carmelita do Convento de Beaune, em França, na qual o Divino Infante lhe indicou que, cada vez que se quisesse obter uma graça, esta deveria ser pedida invocando os méritos de Sua Santa Infância e que, dessa forma, nada seria recusado. Por fim, acrescentou o Divino Menino: "Tudo quanto me pedirem pela Minha Santa Infância será concedido!". As principais características desta já enraizada devoção carmelita são a prática de devotar o dia 25 de cada mês em honra do Menino Jesus (por causa do Natal) e a recitação da Coroinha do Menino Jesus de Praga, composta por 3 Pai-nossos (para honrar as três pessoas da Sagrada Família) e 12 Ave-Marias (para honrar os doze primeiros anos de vida de Jesus).



No Carmelo de Bejadecorreram inúmeras aparições às VeneráveisMadre Mariana da Purificaçãoe Madre Maria Perpétua da Luz.

· No Convento de Nossa Senhora da Esperança (ou Carmelo de Beja), duas freiras Carmelitas da Antiga Observância tiveram inúmeras aparições e revelações místicas ao longo da sua vida: a Venerável Madre Mariana da Purificação recebeu inúmeras aparições do Menino Jesus e o seu corpo foi encontrado incorrupto após a sua morte[1]; a Venerável Madre Maria Perpétua da Luz escreveu 60 cadernos com as suas revelações do Céu[2]; ambas as religiosas morreram com fama de santidade.

· A Venerável Maria Anna Lindmayr, religiosa carmelita descalça e Madre Superiora do Convento da Trindade de Munique, recebeu inúmeras revelações e manteve contínuos diálogos com as almas do purgatório. Estas revelações, reconhecidas posteriormente pela Igreja Católica, contribuíram para acentuar a prática devocional carmelita da oração em favor dessas mesmas almas para uma sua mais rápida libertação.

· A aparição de São Miguel Arcanjo à irmã carmelita portuguesa Antónia d'Astónaco, que, por meio dessa revelação privada, lhe pediu que fosse honrado, e Deus glorificado, através da recitação de nove invocações. Essas nove invocações correspondem a apelos dirigidos aos nove coros de anjos e deram origem ao chamado Terço de São Miguel Arcanjo. Esta aparição e respectiva devoção foram plenamente aprovadas pelo papa Pio IX em 1851;

· Entre 1844 e 1847 a Irmã Maria de São Pedro, carmelita no Convento de Tours, em França, recebeu inúmeras aparições de Jesus Cristo as quais deram origem à devoção da Sagrada Face. Por seu turno, a irmã carmelita Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face tornou-se numa das principais divulgadoras desta mesma devoção;



Garabandal, em Espanha, foi a pequena aldeia onde apareceu Nossa Senhora do Carmo a quatro meninas.

· Em 1917, na última aparição de Nossa Senhora de Fátima aos três pastorinhos, os pequenos videntes de Portugal afirmaram ter visto a Santíssima Virgem Maria aparecer-lhes vestida como Nossa Senhora do Carmo, trazendo consigo o Escapulário Carmelita. Anos mais tarde, a própria vidente Lúcia tornou-se numa religiosa carmelita. Quando à Irmã Lúcia foi-lhe perguntado numa entrevista porque motivo a Santíssima Virgem apareceu como Nossa Senhora do Monte Carmelo na sua última aparição em Fátima, a religiosa respondeu: "Porque Nossa Senhora quer que todos usem o Escapulário... o motivo foi esse", explicou ela, "é que o Escapulário é o nosso sinal de consagração ao Imaculado Coração de Maria". Quando lhe foi perguntado se o Escapulário do Carmo é assim tão relevante para o cumprimento de pedidos de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, a Irmã Lúcia respondeu: "O Escapulário e o Rosário são inseparáveis".


Santoral carmelita



Frades (ou irmãos) carmelitas



Freiras (ou irmãs) carmelitas



Pintura de Nossa Senhora do Carmo com os santos Carmelitas: São Simão Stock,Santo Ângelo da Sicília, Santa Maria Madalena de Pazzi eSanta Teresa de Ávila. (1641; Museu Diocesano Palermo)

· Janeiro

· Dia 3 — Beato Ciríaco Elias Chavara

· Dia 8 — São Pedro Tomás

· Dia 9 — Santo André Corsini

· Dia 27 — Santo Henrique de Ossó e Cervelló

· Dia 29 — Beata Arcangela Girlani

· Abril

· Dia 17 — Beato Baptista Mantuano

· Dia 18 — Beata Maria da Encarnação

· Dia 23 — Beata Teresa Maria da Cruz

· Maio

· Dia 5 — Santo Ângelo da Sicília

· Dia 8 — Beato Aloísio Rabatá

· Dia 9 — São Jorge Preca

· Dia 16 — São Simão Stock

· Dia 22 — Santa Joaquina de Vedruna

· Dia 25 — Santa Maria Madalena de Pazzi

· Junho

· Dia 7 — Beata Ana de São Bartolomeu

· Dia 12 — Beato Hilário Januszewski

· Dia 12 — Beato Afonso Maria Mazurek

· Dia 14 — Santo Eliseu



As três carmelitas mártiresde Guadalajara.

· Julho

· Dia 9 — Beata Giovanna Scopelli

· Dia 13 — Santa Teresa de Jesus dos Andes

· Dia 16 — Nossa Senhora do Carmo (ou do Monte Carmelo)

· Dia 17 — Beata Teresa de Santo Agostinho e companheiras mártires de Compiègne

· Dia 20 — Santo Elias

· Dia 24 — Beato João Soreth

· Dia 24 — Beatas Maria Pilar, Teresa e Maria dos Anjos (Mártires de Guadalajara)

· Dia 27 — Beato Tito Brandsma

· Agosto

· Dia 7 — Santo Alberto da Sicília

· Dia 9 — Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein)

· Dia 12 — Beato Isidoro Bakanja

· Dia 16 — Beata Maria do Sacrário

· Dia 17 — Beato Ângelo Agostinho Mazzinghi

· Dia 18 — Beato João Baptista Duvernail, Beato Miguel Luís Brulard e Beato Tiago Gagnoy

· Dia 25 — Beata Maria de Jesus Crucificado

· Dia 26 — Beato Jacques Retouret

· Setembro

· Dia 1 — Santa Teresa Margarida Redi

· Dia 12 — Beata Maria de Jesus

· Dia 17 — Santo Alberto, Patriarca de Jerusalém

· Outubro

· Dia 1 — Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face

· Dia 15 — Santa Teresa de Jesus (Teresa de Ávila)

· Novembro

· Dia 5 — Beata Francisca de Ambósia

· Dia 6 — São Nuno de Santa Maria (Dom Nuno Álvares Pereira, o Condestável de Portugal)

· Dia 6 — Beata Josefa Naval Girbés

· Dia 7 — Beato Francisco de Jesus Maria José

· Dia 8 — Beata Isabel da Trindade

· Dia 19 — São Rafael Kalinowski

· Dia 29 — Beato Dionísio da Natividade e Beato Redento da Cruz

· Dezembro

· Dia 5 — Beato Bartolomeu Fanti

· Dia 11 — Santa Maria Maravilhas de Jesus

· Dia 14 — São João da Cruz

· Dia 16 — Beata Maria dos Anjos

OCDS

OCDS

ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS SECULARES - OCDS





Uma vez que os Carmelitas Descalços foram declarados como Ordem independente dos Calçados, tiveram que começar, em muitas ocasiões e lugares, a construir novos conventos que geralmente se levantaram em lugares onde já os tinham levantado os Calçados, os quais desde épocas anteriores vinham atendendo à então chamada Ordem Terceira. Os Descalços, com o propósito de evitar diferenças e confusões, não erigiam a Ordem Terceira em lugares onde já a tivessem erigido os Calçados, porque também o Direito Canônico (C 711) proibia erigir no mesmo lugar dos confrades de mesmo nome e parece que este mesmo critério se aplicava às Ordens Terceiras.



Em 1708, na França, se encontrou um livro da V.O.T. do Carmelo Descalço que, se não é o primeiro que se escreveu, é o primeiro que utiliza o título de Santa Teresa para distingui-la dos Carmelitas Calçados. Sua origem deve ser italiana, porque na Espanha não houve Ordem Terceira alguma dos Carmelitas Descalços, senão até o ano de 1775.



A primeira fundação da Ordem Terceira dos Carmelitas Descalços que se comprova com documentos, é a da Fraternidade “São João Evangelista”, estabelecida na Igreja do Carmo da cidade de Toluca , no México. O Padre Geral, Frei Pablo de La Concepción , com o consentimento do Definitório, autorizou o estabelecimento da Ordem Terceira dos Carmelitas Descalços em Toluca, em 02 de março de 1731 (segundo o livro da fundação). Poucos anos mais tarde, em 02 de junho de 1737, se estabeleceu solenemente a fraternidade. A Congregação da Espanha a autorizou em atenção ao fato de que não havia Carmelitas Calçados em Toluca. Estas são as razões pelas quais se considera esta fraternidade a primeira da Ordem Terceira dos Carmelitas Descalços, canonicamente erigida.



Natureza da Ordem



A Ordem Carmelita Secular da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo (historicamente conhecida como Ordem Terceira) é uma associação principalmente de pessoas leigas. Seus membros, respondendo a um chamado especial de Deus, se comprometem livremente e deliberadamente a viver no seguimento de Jesus Cristo, de acordo com as tradições e o espírito do Carmelo Teresiano.



A espiritualidade carmelitana acentua a pureza de coração e o esvaziamento do ego, de tal forma, que Deus possa ser nosso tudo. O Carmelita Secular é chamado a buscar a Deus, nas circunstâncias normais da vida cotidiana, levando amor, flor brotada das raízes do Carmelo, a todos, como os quais convive, ou trabalha.



Os membros da Ordem Secular dos Carmelitas Descalços pertencem plenamente à família carmelitana, são filhos da mesma Ordem, na comunhão fraterna dos mesmos bens espirituais e na participação da mesma vocação de santidade e da mesma missão da Igreja, que é de viver a mensagem do Evangelho e levar Jesus Cristo a outras pessoas.



Um padre diocesano pode ser admitido na Ordem Carmelita Descalça Secular, adaptando seu estado de vida, com a espiritualidade carmelitana.



O membro da Ordem Carmelita Secular será chamado de: “Carmelita Secular”.



A comunidade formada pelos seus membros chamar-se-á, por exemplo: “Comunidade Santa Teresa de Jesus”, ou “Comunidade Rainha do Carmelo”, etc.



Propósito da Ordem



A proposta da Ordem Secular dos Carmelitas Descalços é oferecer ao leigo um ambiente em fraternidade, onde se viva o Evangelho e a espiritualidade carmelitana de buscar o Senhor em oração contemplativa, numa comunhão de fé, esperança e amor; e num espírito de serviço para Deus e à humanidade.



A família carmelitana é inspirada nas vidas da Bem-Aventurada Virgem Maria e do profeta Santo Elias. Maria é nossa Rainha, Mãe e Irmã. Uma comprovação da influência de Maria em nossas vidas é determinada pela declaração “Carmelus totus marianus est” (o Carmelo é eminentemente Mariano). Nela, nós achamos o modelo de tudo aquilo que desejamos e esperamos ser.



Elias é o profeta do Monte Carmelo e nosso pai na fé. Com um desejo ardente voltado para o Deus vivo e verdadeiro, ele passou a vida inteira a testemunhar a presença de Iahweh no mundo.



Este modo de viver o Evangelho deve ser buscado pelo Carmelita Secular, numa vida de oração contemplativa e numa comunhão permanente com os irmãos. Em resumo, vivendo verdadeiramente o amor. Este amor foi alegremente declarado por Santa Teresinha do Menino Jesus, quando descobriu sua vocação, exclamando: “ó Jesus, meu amor... minha vocação, afinal eu a encontrei... minha vocação é o amor !”.



O Chamado à Oração



O desafio do Carmelita Secular é buscar a presença de Deus na oração, mesmo tendo uma vida ativa e ocupada no meio do mundo. Esta era a situação enfrentada pelos primeiros eremitas Carmelitas que migraram para a Europa. Estes homens viviam uma vida de oração na solidão e foram chamados para ser envolvidos em um ministério ativo. Oração e serviço são os companheiros mútuos de acordo com nossas tradições. A oração desenvolve de forma concreta uma fé que alcança generosamente os que estão ao nosso redor, enquanto este envolvimento com os outros gera frutos de amadurecimento e crescimento na oração. É uma tentativa de viver esta vida de oração no mundo agitado de hoje. Esta é a forma como a Igreja tem agido durante séculos.



Os Sacramentos da Igreja devem estar no centro do coração de um Carmelita Secular.



A Liturgia das Horas santifica o nosso dia e nos une à oração da Igreja. O leigo Carmelita deve ser fiel à oração litúrgica e às devoções marianas, especialmente o terço diário. Se possível, a Missa diária, como forma mais perfeita de crescimento espiritual.



Nos momentos livres de nossa vida diária, somos chamados pela Regra Carmelita a ler e escutar a Palavra de Deus, no intuito de edificar e trazer quietude ao nosso coração. Esta quietude e reflexão da Sagrada Escritura nos conduzem a uma oração contemplativa, aos moldes de Maria, nossa Mãe, que “guardava todas estas coisas e refletia em seu coração (Lc 2,19)”.



Através destes esforços, as Comunidades de Carmelitas Seculares tornar-se-ão modelos de comunidades orantes, dentro da Igreja.



Um Chamado para a Comunidade



A Ordem Carmelita oferece aos membros da Ordem Secular os meios necessários à vivência do Evangelho e a fidelidade aos compromissos assumidos no Batismo. Este chamado para a comunidade é evidenciado profundamente na Regra de Vida do Carmelo, escrita por Santo Alberto de Jerusalém, capítulos 7 a 11, que determina que os carmelitas vivam em comunidade, celebrem juntos a Eucaristia, freqüentemente se encontrem para encorajar um ao outro, tenham sempre um espírito de pobre e encontrem na oração contemplativa o caminho de um encontro profundo com o Senhor. Os membros da Ordem Secular devem dar testemunho de cristãos, sendo “um só coração e uma só mente, vivendo em comum, na partilha do pão e da oração (Atos 2, 42-47; 4, 32)”.



Este relacionamento mútuo de amor, no entanto, difícil de alcançar, fortalece os corações dos membros, num espírito de cooperação amorosa e ativa, para estabelecer o Reino de Deus, em um mundo freqüentemente secularizado e hostil. Este espírito de amor não deve se estender somente aos Carmelitas, mas a todos e, principalmente, aos pobres e marginalizados, num esforço de se estabelecer a paz e justiça neste mundo injusto e sem paz.



Viver como membro de uma Comunidade Carmelita, implica também, não negligenciar nos deveres; de acordo com seu estado de vida, pessoa casada ou solteira.



As Comunidades de Carmelitas Descalços Seculares devem ser testemunhas na comunidade, dentro da Igreja e no mundo.



O Chamado para o Ministério



Os Carmelitas Seculares, como todas as pessoas batizadas, são chamados a se envolver profundamente na missão da Igreja. Submersos no mundo como eles estão, deverão refletir um espírito cristão, nas suas famílias, no ambiente de trabalho, nas responsabilidades sociais, nas relações com outros e em todos os momentos do dia.



Eles encontrarão na pessoa de Elias inspiração e testemunho. Foi ele quem disse: “Eu me consumo de ardente zelo por Iahweh dos Exércitos” (I Reis 19, 10). Em luta com os falsos profetas de seu tempo, Elias proclamou o Reino de Deus e trabalhou arduamente para seu estabelecimento. Um Carmelita Secular no mesmo espírito de Elias é chamado a criticar os valores, ações, sistemas e metas que são hostis ao Evangelho.



Nossa Mãe Maria, é também um maravilhoso exemplo de Ministério, caminhando com Jesus em todos os momentos da sua vida, até mesmo ao pé da cruz.



O Ministério em nossos dias envolve um sacrifício de tempo, talento e dedicação por parte do indivíduo. Um Carmelita Secular aceita o sofrimento e estima o convite do Senhor de renunciar a si mesmo e levar sua cruz diariamente no seguimento do Senhor (Mc 8, 34).



Qualquer ministério exercido individualmente, ou pela comunidade, deve fluir de nossa herança Carmelita e deve provocar a santificação de nossas famílias, do nosso trabalho e da sociedade. Ou seja, os ministérios devem ser integrados com as outras áreas da vida de um Carmelita. Orar pelos outros é um ministério bastante válido, como é tão bem exemplificado e executado, na Ordem Carmelita Descalça, pelas monjas que vivem nas clausuras do mundo inteiro e sustentam o mundo com suas orações.



Devoção Mariana



Desde seu começo, toda a Família Carmelitana tem tido uma dedicação especial pela Santíssima Virgem Maria. Realmente, os Carmelitas, em todos os tempos, têm sido conhecidos como: “Irmãos e Irmãs de Nossa Senhora do Monte Carmelo”. Então, toda a Ordem Secular deverá honrar Nossa Senhora com especial amor e devoção. Ela é um modelo de tudo aquilo que nós desejamos e esperamos ser.



Os Carmelitas sempre se colocaram sob os cuidados maternos de Nossa Senhora, chamando-A de Mãe. A Ordem desfruta de Sua ajuda especial.



O Escapulário marrom é um sinal de sua proteção , é um símbolo também da vida interior da pessoa que tem devoção por Nossa Senhora .



A Ordem Carmelita Descalça Secular nos tempos atuais



A OCDS pertence ao “tronco” do Carmelo Descalço. Somos perfeita e plenamente unidos ao Frades Carmelitas Descalços e às Monjas Carmelitas Descalças. Cada uma desses grandes ramos, que na verdade formam uma única família, possui seu carisma próprio, seu “modo” de ser e de agir no mundo e na Igreja. Cada vez mais cresce no meio dos membros da OCDS a consciência de nossa grande responsabilidade eclesial, apostólica e missionária: sermos verdadeiros carmelitas, no espírito e carisma de Santa Teresa de Jesus e de São João da Cruz, porém vivendo inseridos no mundo secular, na sociedade.



Para isso devemos estar muito bem preparados. Não é fácil, em nosso mundo secularizado, que esqueceu valores humanos e espirituais básicos, sermos legítimos carmelitas. Temos que nos “encher” do Carmelo para vivermos o carisma carmelitano em nossas vidas e famílias e, depois, levarmos esse carisma para o mundo. Falei que não é fácil, porém, não é impossível. Através da oração, da leitura e vivência da Palavra de Deus, de nossa união com a Igreja (sua doutrina, ensinamentos, sacramentos e missão), com o Carmelo Descalço (seu carisma e apostolado) e por meio de um consciente e generoso “sim” à causa do Reino de Deus, é possível ser um verdadeiro carmelita vivendo no mundo.



Assim é a OCDS: uma sociedade de fiéis leigos que se apaixonaram por Cristo através dessa “ótica” ensinada por nossos santos e santas: sermos plenamente dEle, de corpo e alma, amando-O com um amor puro e desprendido, cheios de zelo por Sua glória e desejosos de que todos O amem como Ele merece ser amado.