quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

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CATEQUESE

Qual é o significado da Transfiguração de Jesus?
O episódio misterioso da Transfiguração de Jesus sobre um monte elevado, o Tabor, diante de três testemunhas escolhidas por ele: Pedro, Tiago e João, se situa no contexto a partir do dia em que Pedro confessou diante dos Apóstolos que Jesus é o Cristo, “o Filho de Deus vivo”.
Esta confissão cristã aparece também na exclamação do centurião diante de Jesus na cruz: “Verdadeiramente este homem era Filho de Deus” (Mc 15,39), pois somente no Mistério Pascal o cristão pode entender o pleno significado do título “Filho de Deus”.
A partir desta revelação de Pedro, inspirado pelo Pai, Jesus, diz S. Mateus, “começou a mostrar a seus discípulos que era necessário que fosse a Jerusalém e sofresse… que fosse morto e ressurgisse ao terceiro dia” (Mt 16,21). Pedro rechaça este anúncio, os demais também não o compreendem, mas Jesus mostra a eles que afastá-lo do cálice da Paixão, que ele deveria beber, era ser movido por Satanás.
O Evangelho segundo S. Lucas destaca a ação do Espírito Santo e o sentido da oração no ministério de Cristo. Jesus ora antes dos momentos decisivos de sua missão: antes de o Pai dar testemunho dele por ocasião do Batismo e também antes da Transfiguração, e antes de realizar por sua Paixão o plano de amor do Pai.
O rosto e as vestes de Jesus tornam-se fulgurantes de luz, Moisés e Elias aparecem, e é importante notar que o evangelista destaca sobre o que eles falavam: “de sua partida que iria se consumar em Jerusalém” (Lc 9,31). Uma nuvem os cobre e uma voz do céu diz: “Este é o meu Filho, o Eleito; ouvi-o” (Lc 9,35). A nuvem e a luz são dois símbolos inseparáveis nas manifestações do Espírito Santo. Desde as manifestações de Deus (teofanias) do Antigo Testamento, a Nuvem, ora escura, ora luminosa, revela o Deus vivo e salvador, escondendo a transcendência de sua Glória: com Moisés sobre a montanha do Sinai, na Tenda de Reunião e durante a caminhada no deserto; com Salomão por ocasião da dedicação do Templo.
Na Transfiguração a Trindade inteira se manifesta: o Pai, na voz; o Filho, no homem; o Espírito, na nuvem clara. E Jesus mostra sua glória divina, confirmando, assim, a confissão de Pedro. Mostra também que, para “entrar em sua glória” (Lc 24,26), deve passar pela Cruz em Jerusalém. Moisés e Elias haviam visto a glória de Deus sobre a Montanha; a Lei e os profetas tinham anunciado os sofrimentos do Messias. Fica claro que a Paixão de Jesus é sem dúvida a vontade do Pai: o Filho age como servo de Deus.
A rica liturgia bizantina assim reza na festa da Transfiguração: “Vós vos transfigurastes na montanha e, porquanto eram capazes, vossos discípulos contemplaram vossa Glória, Cristo Deus, para que, quando vos vissem crucificado, compreendessem que vossa Paixão era voluntária e anunciassem ao mundo que vós sois verdadeiramente a irradiação do Pai.”
No limiar da vida pública de Jesus temos o seu Batismo; no limiar da Páscoa, temos a sua Transfiguração. Pelo Batismo de Jesus foi manifestado o mistério da primeira regeneração: o nosso Batismo; já a Transfiguração mostra a nossa própria ressurreição. Desde já participamos da Ressurreição do Senhor pelo Espírito Santo que age nos sacramentos da Igreja. A Transfiguração dá-nos um antegozo da vinda gloriosa do Cristo, como disse S. Paulo, ” Ele vai transfigurar nosso corpo humilhado, conformando-o ao seu corpo glorioso” (Fl 3,21). Mas ela nos lembra também que com Jesus “é preciso passarmos por muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus” (At 14,22). Por isso, como Cristo, o cristão não deve temer o sofrimento.
Unidos a Cristo pelo Batismo, já participamos realmente na vida celeste de Cristo ressuscitado, mas esta vida permanece “escondida com Cristo em Deus” (Cl 3,3). “Com ele nos ressuscitou e fez-nos sentar nos céus, em Cristo Jesus” (Ef 2,6). Nutridos com seu Corpo na Eucaristia, já pertencemos ao Corpo de Cristo. Quando ressuscitarmos, no último dia, nós também seremos “manifestados com Ele cheios de glória” (Cl 3,3).
Santo Agostinho nos ensina que: “Pedro ainda não tinha compreendido isso ao desejar viver com Cristo sobre a Montanha. Ele reservou-te isto, Pedro, para depois da morte. Mas agora Ele mesmo diz: Desce para sofrer na terra, para servir na terra, para ser desprezado, crucificado na terra. A Vida desce para fazer-se matar; o Pão desce para ter fome; o Caminho desce para cansar-se da caminhada; a Fonte desce para ter sede; e tu recusas sofrer?” (Sermão 78,6).
Assim, pela Transfiguração Jesus preparou os discípulos para não se escandalizarem com a sua Paixão e morte na Cruz, o que para eles foi um trauma e um grande desafio; mostrou-lhes a Sua glória e divindade; e deu-lhes conhecer um antegozo do Céu. Mas para isso, como Ele, temos que passar pelas provações deste mundo, sempre ajudados pelas consolações de Deus.
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Assunção de Nossa Senhora - Mãe de Deus
Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial.”
Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se “Dormição”, porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de “Assunção de Nossa Senhora ao Céu”, isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.
Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.
É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrou os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.
Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.
Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!
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Martírio de São João Batista, o último e maior dos profetas
São João Batista, ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzi-lo
Com satisfação lembramos a santidade de São João Batista que, pela sua vida e missão, foi consagrado por Jesus como o último e maior dos profetas: “Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João, o Batista…De fato , todos os profetas, bem como a lei, profetizaram até João. Se quiserdes compreender-me, ele é o Elias que deve voltar.” (Mt 11,11-14)
Filho de Zacarias e Isabel, João era primo de Jesus Cristo, a quem “precedeu” como um mensageiro de vida austera, segundo as regras dos nazarenos.
São João Batista, de altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo ao cumprimento da profecia do Anjo a seu respeito: “Pois ele será grande perante o Senhor; não beberá nem vinho, nem bebida fermentada, e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus: e ele mesmo caminhará à sua frente…” ( Lc 1, 15)
São João Batista desejava que todos estivessem prontos para acolher o Mais Forte por isso, impelido pela missão profética, denunciou o pecado do governador da Galileia: Herodes, que escandalosamente tinha raptado Herodíades – sua cunhada – e com ela vivia como esposo.
Preso por Herodes Antipas em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto, aconteceu que a filha de Herodíades (Salomé) encantou o rei e recebeu o direito de pedir o que desejasse, sendo assim, proporcionou o martírio do santo, pois realizou a vontade de sua vingativa mãe: “Quero que me dês imediatamente num prato, a cabeça de João, o Batista” (Mc 6,25)
Desta forma, através do martírio, o Santo Precursor deu sua vida e recebeu em recompensa a Vida Eterna reservada àqueles que vivem com amor e fidelidade os mandamentos de Deus.
São João Batista, rogai por nós!
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Nossa Senhora Rainha - Mãe da Igreja
Nossa Senhora é aquela que do Céu reina sobre as almas cristãs, a fim de que haja a salvação
Instituída pelo Papa Pio XII, celebramos hoje a Memória de Nossa Senhora Rainha, que visa louvar o Filho, pois já dizia o Cardeal Suenens: “Toda devoção a Maria termina em Jesus, tal como o rio que se lança ao mar”.
Paralela ao reconhecimento do Cristo Rei encontramos a realeza da Virgem a qual foi assunta ao Céu. Mãe da Cabeça, dos membros do Corpo místico e Mãe da Igreja; Nossa Senhora é aquela que do Céu reina sobre as almas cristãs, a fim de que haja a salvação: “É impossível que se perca quem se dirige com confiança a Maria e a quem Ela acolher” (Santo Anselmo).
Nossa Senhora Rainha, desde a Encarnação do Filho de Deus, buscou participar dos Mistérios de sua vida como discípula, porém sem nunca renunciar sua maternidade divina, por isso o evangelista São Lucas a identifica entre os primeiros cristãos: “Maria, a mãe de Jesus” (Atos 1,14). Diante desta doce realidade de se ter uma Rainha no Céu que influencia a Terra, podemos com toda a Igreja saudá-la: “Salve Rainha” e repetir com o Papa Pio XII que instituiu e escreveu a Carta Encíclica Ad Caeli Reginam (à Rainha do Céu): “A Jesus por Maria. Não há outro caminho”.
Nossa Senhora Rainha, rogai por nós!

COMENTÁRIO DO MÊS


Santo Afonso Maria de Ligório - Bispo e Doutor da Igreja
Santo Afonso Maria de Ligório, pastoreou com prudência e santidade o povo de Deus
Celebramos, neste dia, a memória de um santo Bispo e Doutor da Igreja que se tornou pelo seu testemunho “Patrono dos confessores e teólogos de doutrina moral”. Afonso Maria de Ligório nasceu em Nápoles, na Itália, em 1696, numa nobre família que, ao saber das qualidades do menino prodígio, proporcionaram-lhe o caminho dos estudos a fim de levá-lo à fama.
Com 16 anos doutorou-se em direito civil e eclesiástico e já se destacava em sua posição social quando se deparou, involuntariamente, sustentando uma falsidade, isto levou Afonso a profundas reflexões, a ponto de passar três dias seguidos em frente ao crucifixo. Escolhendo a renúncia profissional, a herança e títulos de nobreza, Santo Afonso acolheu sua via vocacional, já que o Senhor o queria advogando as causas do Cristo.
Santo Afonso Maria de Ligório colocou todos os seus dons a serviço do Reino dos Céus, por isso, como sacerdote, desenvolveu várias missões entre os mendigos da periferia de Nápoles e camponeses; isto até contagiar vários e fundar a Congregação do Santíssimo Redentor, ou Redentoristas. Depois de percorrer várias cidades e vilas do sul da Itália convertendo pecadores, reformando costumes e santificando as famílias, Santo Afonso de Ligório, com 60 anos, foi eleito Bispo e assim pastoreou com prudência e santidade o povo de Deus, mesmo com a realidade de ter perdido a amizade do Papa e sido expulso de sua fundação.
Entrou no Céu com 91 anos, depois de deixar vários escritos sobre a Doutrina Moral, sobre a devoção ao Santíssimo Sacramento e a respeito da Mãe de Deus, sendo o mais conhecido: “As Glórias de Maria”.
Santo Afonso Maria de Ligório, rogai por nós!
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 São João Maria Vianney, padroeiro dos sacerdotes
São João Maria Vianney, foi exemplo de santidade e perseverança na construção do caminho da salvação
Com admiração, alegramo-nos com a santidade de vida do patrono de todos os vigários, conhecido por Cura D’Ars. São João Maria Vianney nasceu em Dardilly, no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.
Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.
Ele era um cristão íntimo de Jesus Cristo, servo de Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).
João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação.
Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão). Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de santidade, de dedicação e perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.
São João Maria Vianney, rogai por nós!
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São Lourenço, servia a Deus na Igreja de Roma
São Lourenço era responsável pela administração dos bens da Igreja que sustentava muitos necessitados
Festejamos, neste dia, a vida de santidade e martírio do Diácono que nem chicotes, algozes, chamas, tormentos e correntes puderam contra sua fé e amor ao Cristo. Lourenço, espanhol, natural de Huesca, foi um Diácono de bom humor que servia a Deus na Igreja de Roma durante meados do Século III.
Conta-nos a história que São Lourenço como primeiro dos Diáconos tinha grande amizade com o Papa Sisto II, tanto assim que ao vê-lo indo para o martírio falou: “Ó pai, aonde vais sem o teu filho? Tu que jamais ofereceste o sacrifício sem a assistência do teu Diácono, vais agora sozinho, para o martírio?”. E o Papa respondeu: “Mais uns dias e te aguarda uma coroa mais bonita!”. São Lourenço era também responsável pela administração dos bens da Igreja que sustentava muitos necessitados.
Diante da perseguição do Imperador Valeriano, o prefeito local exigiu de Lourenço os tesouros da Igreja, para isto o Santo Diácono pediu um prazo, o qual foi o suficiente para reunir no átrio os órfãos, os cegos, os coxos, as viúvas, os idosos… todos os que a Igreja socorria, e no fim do prazo – com bom humor – disse: “Eis aqui os nossos tesouros, que nunca diminuem, e podem ser encontrados em toda parte”.
Sentindo-se iludido, o prefeito sujeitou o santo a diversos tormentos, até colocá-lo sobre um braseiro ardente; São Lourenço que sofreu o martírio em 258, não parava de interceder por todos, e mesmo assim encontrou no Espírito Santo força para dizer no auge do sofrimento na grelha: “Vira-me que já estou bem assado deste lado”.
Roma cristã venera o santo espanhol com a mesma veneração e respeito com que honra seus primeiros Apóstolos. Depois de São Pedro e São Paulo, a festa de São Lourenço foi a maior da antiga liturgia romana. O que foi Santo Estevão em Jerusalém, isso mesmo o foi São Lourenço em Roma.
São Lourenço, rogai por nós!
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Santa Rosa de Lima, primeira santa da América do Sul
Santa Rosa de Lima cresceu na união com Cristo, na oração, na penitência e na caridade para com todos
Para todos nós, hoje é dia de grande alegria, pois podemos celebrar a memória da primeira santa da América do Sul, Padroeira do Peru, das Ilhas Filipinas e de toda a América Latina. Santa Rosa nasceu em Lima (Peru) em 1586; filha de pais espanhóis, chamava-se Isabel Flores, até ser apelidada de Rosa por uma empregada índia que a admirava, dizendo-lhe: “Você é bonita como uma rosa!”.
Rosa bem sabia dos elogios que a envaideciam, por isso buscava ser cada vez mais penitente e obedecer em tudo aos pais, desta forma, crescia na humildade e na intimidade com o amado Jesus. Quando o pai perdeu toda a fortuna, Rosa não se perturbou ao ter que trabalhar de doméstica, pois tinha esta certeza: “Se os homens soubessem o que é viver em graça, não se assustariam com nenhum sofrimento e padeceriam de bom grado qualquer pena, porque a graça é fruto da paciência”.
A mudança oficial do nome de Isabel para Rosa ocorreu quando ela tomou o hábito da Ordem Terceira Dominicana, da mesma família de sua santa e modelo de devoção: Santa Catarina de Sena e, a partir desta consagração, passou a chamar-se Rosa de Santa Maria. Devido à ausência de convento no local em que vivia, Santa Rosa de Lima renunciou às inúmeras propostas de casamento e de vida fácil: “O prazer e a felicidade de que o mundo pode me oferecer são simplesmente uma sombra em comparação ao que sinto”.
Começou a viver a vida religiosa no fundo do quintal dos pais e, assim, na oração, penitência, caridade para com todos, principalmente índios e negros, Santa Rosa de Lima cresceu na união com Cristo, tanto quanto no sofrimento, por isso, tempos antes de morrer, aos 31 anos (1617), exclamou: “Senhor, fazei-me sofrer, contanto que aumenteis meu amor para convosco”.
Foi canonizada a 12 de abril de 1671 pelo Papa Clemente X.
Santa Rosa de Lima, rogai por nós!
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Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho
Santa Mônica nos provou com sua vida que realmente “tudo pode ser mudado pela força da oração”
Santa Mônica nasceu no norte da África, em Tagaste, no ano 332, numa família cristã que lhe entregou – segundo o costume da época e local – como esposa de um jovem chamado Patrício.
Como cristã exemplar que era, Mônica preocupava-se com a conversão de sua família, por isso se consumiu na oração pelo esposo violento, rude, pagão e, principalmente, pelo filho mais velho, Agostinho, que vivia nos vícios e pecado. A história nos testemunha as inúmeras preces, ultrajes e sofrimentos por que Santa Mônica passou para ver a conversão e o batismo, tanto de seu esposo, quanto daquele que lhe mereceu o conselho: “Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”.
Santa Mônica tinha três filhos. E passou a interceder, de forma especial, por Agostinho, dotado de muita inteligência e uma inquieta busca da verdade, o que fez com que resolvesse procurar as respostas e a felicidade fora da Igreja de Cristo. Por isso se envolveu em meias verdades e muitas mentiras. Contudo, a mãe, fervorosa e fiel, nunca deixou de interceder com amor e ardor, durante 33 anos, e antes de morrer, em 387, ela mesma disse ao filho, já convertido e cristão: “Uma única coisa me fazia desejar viver ainda um pouco, ver-te cristão antes de morrer”.
Por esta razão, o filho Santo Agostinho, que se tornara Bispo e doutor da Igreja, pôde escrever: “Ela me gerou seja na sua carne para que eu viesse à luz do tempo, seja com o seu coração para que eu nascesse à luz da eternidade”.
Santa Mônica, rogai por nós!
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A história da vida de Santo Agostinho de Hipona
Santo Agostinho foi  mestre, teólogo e filósofo, moralista e apologista ao cristianismo
 Santo Agostinho foi um grande Bispo de doutor da Igreja. Sua história de vida foi feita com sinceridade e simplicidade, transformando em confissão e louvor a Deus tudo o que lhe pertencia na vida.
 Nascido nos anos 300 na Província Romana ao norte da África, Santo Agostinho de Hipona era filho do pagão Patrício e da cristã Mônica (que se tornou Santa), foi romano pela cultura e língua, e cristão na educação.
Agostinho foi mestre, teólogo e filósofo, moralista e apologista ao cristianismo.
 Antes de qualquer coisa, Santo Agostinho era um homem como qualquer outro, e por isso tinha as suas inquietações e anseios. Tais fraquezas ele relata em sua publicação chamada ‘’Confissões’’, onde mostra a sua realidade como homem.
 Aos 29 anos de idade, Agostinho foi para Milão, aonde era Bispo o grande Santo Ambrósio. Agostinho converteu-se ao cristianismo graças às lágrimas e solicitações de sua mãe Santa Mônica, que com muita fé apresentou para o seu filho as palavras do Apóstolo Ambrósio, ‘’Não vos deixeis dominar pela carne e pelas suas concupiscências’’. Tomado pela fé cristã pediu seu batismo ao Bispo.
 Após seu batismo, ele retorna para a África em veste de penitência e é consagrado Sacerdote; Mais tarde torna-se Bispo de Hipona.
 Revestido pela verdade Cristã, depois de passar por um coração atormentado, Santo Agostinho presa pela seguinte verdade: ‘’Senhor, criaste-nos para ti, e nosso coração não tem paz enquanto não repousar em ti’’.
 Santo Agostinho morreu no ano de 430 em Hippo Regius, antiga cidade próxima à moderna Bona, na Argélia. Até hoje é amado e venerado pelos humaníssimos dons de coração e de inteligência.
A data de comemoração de Santo Agostinho é no dia 28 de Agosto.

PAPOABERTO


Um mês dedicado as vocações
A cada domingo a celebração litúrgica é dedicada a uma vocação específica Normalmente a própria liturgia da Palavra de cada dia, em especial a dos domingos, dá o tema principal da reflexão e meditação trazida para alimento do povo de Deus. É costume, neste mês, comemorarmos as diversas vocações a cada semana:

Primeiro domingo: é o dia das vocações sacerdotais. Atualmente também se comemora o dia das vocações diaconais, ou melhor dizendo: dia das vocações aos ministérios ordenados. Essa comemoração se deve ao fato de no dia 4 de agosto celebrarmos o dia de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, patrono dos padres; e, no dia 10 de agosto, o dia de São Lourenço, patrono dos diáconos.
Segundo domingo: por imitação do segundo domingo de maio – no qual é comemorado o Dia das Mães – temos o Dia dos Pais. Sabemos que no Brasil esse dia é comemorado porque antigamente no dia 16 de agosto celebrava-se o dia de São Joaquim, pai de Nossa Senhora e, por isso, adotou-se esse dia e depois o domingo para essa comemoração. Devido a esse fato, nesta data é comemorada a vocação matrimonial.
Terceiro domingo: recorda-se a vocação à vida consagrada: religiosos, religiosas, consagradas e consagrados nos vários institutos e comunidades de vida apostólica e também nas novas comunidades. Essa recordação é feita porque no dia 15 de agosto celebramos o Dia da Assunção de Maria aos céus, solenidade que aqui no Brasil é transferida para o domingo seguinte.
Quarto domingo: é nesta data que se comemora o Dia do Catequista, daí a comemoração do dia da vocação do cristão leigo na Igreja, tanto na sua presença na Igreja como também em seu testemunho nos vários ambientes de trabalho e vida. O dia do cristão leigo voltará a ser comemorado no último domingo do ano litúrgico, domingo de Cristo Rei.
Ao participarmos dessas celebrações não podemos nos esquecer da vocação primeira e mais importante de todas: a vocação à vida cristã e, consequentemente, à santidade! Todos somos vocacionados à santidade e fora desse caminho não temos como viver bem qualquer que seja a nossa vocação pessoal.

VAMOSPENSAR?

" Mensagens para Reflexão !" (http://migre.me/3fb42 )
Salmo, 62
1.Salmo de Davi, quando se achava no deserto de Judá.
2.Ó Deus, vós sois o meu Deus, com ardor vos procuro. Minha alma está sedenta de vós, e minha carne por vós anela como a terra árida e sequiosa, sem água.
3.Quero vos contemplar no santuário, para ver vosso poder e vossa glória.
4.Porque vossa graça me é mais preciosa do que a vida, meus lábios entoarão vossos louvores.
5.Assim vos bendirei em toda a minha vida, com minhas mãos erguidas vosso nome adorarei.
6.Minha alma saciada como de fino manjar, com exultante alegria meus lábios vos louvarão.
7.Quando, no leito, me vem vossa lembrança, passo a noite toda pensando em vós.
8.Porque vós sois o meu apoio, exulto de alegria, à sombra de vossas asas.
9.Minha alma está unida a vós, sustenta-me a vossa destra.
10.Quanto aos que me procuram perder, cairão nas profundezas dos abismos,
11.serão passados a fio de espada, e se tornarão pasto dos chacais.

12.O rei, porém, se alegrará em Deus. Será glorificado todo o que jurar pelo seu nome, enquanto aos mendazes lhes será tapada a boca.

FORMAÇÃO SOBRE LITURGIA/ATITUDES/COTIDIANA



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FORMAÇÃO SOBRE LITURGIA /DE ATITUDES / COTIDIANA.


FORMAÇÃO/ NOSSA SENHORA
A espiritualidade mariana de João Paulo II
Conheça a espiritualidade mariana que marcou a vida de São João Paulo II
Falar da espiritualidade mariana de São João Paulo II torna-se ainda mais significativo. Estamos falando da devoção a Virgem Maria, que levou Karol Wojtyla a tamanha santidade, que os fiéis o queriam proclamado santo logo depois da sua morte: “santo súbito”.
 Crédito: Paula Dizaró
Ainda seminarista, um grande tratado de espiritualidade mariana o ajudou a tirar as dúvidas que tinha em relação a sua devoção a Nossa Senhora. Principalmente no que diz respeito a centralidade de Jesus Cristo na vida e na espiritualidade cristã. A espiritualidade mariana do grande São João Paulo II o levou a uma vida inteiramente dedicada a Deus. Isto se deu nos mais de 25 anos de seu pontificado. Com São João Paulo II, este santo dos nossos dias, podemos aprender a espiritualidade que o fez de um dos Papas mais extraordinários de todos os tempos e que o elevou à glória dos altares.
São João Paulo II disse, na Carta às Famílias Monfortinas, que o Tratado é um “texto clássico da espiritualidade mariana”1, que teve singular importância em seu pensamento e em sua vida. Segundo o Pontífice, o Tratado é uma “obra de eficiência extraordinária para a difusão da ‘verdadeira devoção’ a Virgem Santíssima”2.
Testemunho de São João Paulo II a respeito do Tratado
João Paulo II experimentou e testemunhou essa eficácia do Tratado: “Eu próprio, nos anos da minha juventude, tirei grandes benefícios da leitura desse livro, no qual ‘encontrei a resposta às minhas perplexidades’ devidas ao receio que o culto a Maria, ‘dilatando-se excessivamente, acabasse por comprometer a supremacia do culto devido a Cristo’3. Sob a orientação sábia de São Luís Maria compreendi que, quando se vive o mistério de Maria em Cristo, esse risco não subsiste. O pensamento mariológico do Santo, de fato, ‘está radicado no Mistério trinitário e na verdade da Encarnação do Verbo de Deus’”4.
A perfeição, ensina São Luís Maria, consiste em ser conformes, unidos e consagrados a Jesus Cristo. Por isso, a mais perfeita de todas as devoções é, sem dúvida, a que nos conforma, une e consagra mais perfeitamente a Ele. Por conseguinte, foi Maria a criatura que mais se conformou ao seu Filho. Por isso, “entre todas as devoções, a que consagra e conforma mais uma alma a nosso Senhor é a devoção a Maria, Sua Mãe santa, e que, quanto mais uma alma estiver consagrada a Maria, tanto mais estará consagrada a Jesus Cristo”5.
Dirigindo-se a Jesus Cristo, São Luís Maria exprime como é maravilhosa a união entre o Filho de Deus e a Sua Mãe Santíssima: “Ela é de tal forma transformada em Ti pela graça, que não vive mais, não existe mais: és unicamente Tu, meu Jesus, que vives e reinas nela… Ah! se conhecêssemos a glória e o amor que tu recebes nesta maravilhosa criatura… Ela está tão intimamente unida… De fato, ela ama-Te mais ardentemente e glorifica-Te mais perfeitamente do que todas as outras criaturas juntas”6.
Somos filhos de Deus Pai e filhos da Virgem Maria
Em Jesus Cristo, Filho unigênito de Deus, somos realmente filhos do Pai e, ao mesmo tempo, filhos da Virgem Maria e da Igreja. Com a Encarnação do Verbo eterno de Deus, de certa forma é toda a humanidade que renasce. À Mãe de Jesus podem ser aplicadas de maneira mais verdadeira, que São Paulo as aplica a si mesmo estas palavras: “Meus filhos, por quem sinto outra vez dores de parto, até que Cristo se forme entre vós”7.
Nossa Senhora dá à luz, todos os dias, os filhos de Deus, enquanto não estiver formado neles Jesus Cristo, seu Filho, na plenitude da sua idade8. Essa doutrina encontra a sua expressão mais bela na oração: “Oh! Espírito Santo, concede-me uma grande devoção e uma grande inclinação para Maria, um apoio sólido sobre o seu seio materno e um recurso assíduo à sua misericórdia, para que, nela, tu possas formar Jesus dentro de mim”9.
Escravidão por amor a Cristo
Na espiritualidade monfortina, o dinamismo da caridade é expresso especialmente pelo símbolo da escravidão do amor ou consagração total a Jesus, a exemplo e com a ajuda materna de Maria. “Trata-se da comunhão plena na kenosis (despojamento) de Cristo; comunhão vivida com Maria, intimamente presente nos mistérios da vida do Filho”10. Segundo São Luís Maria, “não há nada entre os cristãos que faça pertencer de maneira mais absoluta a Jesus Cristo e à Sua Santa Mãe como a escravidão da vontade, segundo o exemplo do próprio Jesus Cristo, que assumiu as condição de escravo por amor, e da Santa Virgem, que se considerou serva e escrava do Senhor12. O apóstolo honra-se do título de servus Christi. Várias vezes, na Sagrada Escritura, os cristãos são chamados servi Christi13.
Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio ao mundo em obediência ao Pai na Encarnação14. Humilhou-se fazendo-se obediente até a morte de cruz15. Em comunhão com o Filho, “Maria correspondeu à vontade de Deus com o dom total de si, corpo e alma, para sempre, desde a Anunciação até a cruz, e da cruz até a Assunção”16.
Entenda a consagração a Virgem Maria
Essa consagração ou escravidão de amor a Virgem Maria deve ser interpretada à luz do admirável intercâmbio entre Deus e a humanidade no mistério do Verbo encarnado. Esse é um verdadeiro intercâmbio de amor entre Deus e os homens, na reciprocidade da doação total de si. O espírito dessa devoção é uma resposta ao amor de Deus. Consiste em “tornar a alma interiormente dependente e escrava da Santíssima Virgem e de Jesus por meio dela”17.
Ao contrário do que podemos pensar, esse “vínculo de caridade”, essa “escravidão de amor” torna-nos plenamente livres, com a verdadeira liberdade dos filhos de Deus18. Trata-se de nos entregarmos totalmente a Jesus Cristo, respondendo ao Amor com que Ele nos amou por primeiro. Qualquer pessoa que viver esta consagração, esta escravidão de amor, pode dizer como São Paulo: “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim”19. Assim como São João Paulo II, façamos do Tratado o nosso livro de cabeceira: “Li e reli muitas vezes, e com grande proveito espiritual, este precioso livrinho ascético de capa azul”20.
A Virgem Maria no plano de Salvação do Pai
Esse precioso clássico de espiritualidade mariana ajudou o Santo Padre a entender que “a Virgem pertence ao plano da salvação por vontade do Pai, como Mãe do Verbo encarnado, por Ela concebido por obra do Espírito Santo. Toda a intervenção de Maria na obra da regeneração dos fiéis não se põe em competição com Cristo, mas d’Ele deriva e está ao seu serviço. A ação que Maria realiza no plano da salvação é sempre cristocêntrica. Faz diretamente referência a uma mediação que acontece em Cristo”21.

A partir do entendimento destas verdades de fé pelo Tratado, João Paulo II abraçou a escravidão de amor a Santíssima Virgem Maria: “Compreendi, então, que não podia excluir da minha vida a Mãe do Senhor sem desatender a vontade de Deus-Trindade, que quis ‘iniciar e realizar’ os grandes mistérios da história da salvação com a colaboração responsável e fiel da humilde Serva de Nazaré”22. Como João Paulo II, este homem extraordinário, abracemos também a escravidão de amor a Virgem Maria, para que como ele sejamos fiéis a Jesus Cristo.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Movimento/VALE NA FÉ : SP/BR




http://migre.me/2RvMv








Movimento / VALE NA FÉ :SP/BR
Vamos unir nosso Vale do Paraíba/SP/BR na Amizade em Oração pela Evangelização em nossa Fé!
Conto com vocês, sejam bem vindos.

MOVIMENTO DEUS É MAIS/ESTADO DE SP/ BR

http://migre.me/1RDN7









MOVIMENTO DEUS É MAIS / ESTADO DE SP /BR
VAMOS UNIR O ESTADO DE SÃO PAULO EM UMA GRANDE CORRENTE DE EVANGELIZAÇÃO EM ORAÇÃO E AMIZADE.
USEMOS DE TODOS OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO PARA PROCLAMAR DEUS EM NOSSAS VIDAS E GLORIFICA-LO DIZENDO QUE DEUS É MAIS.
MAIS EM NOSSAS VIDAS, MAIS EM TUDO, MAIS QUE TUDO.
SEJAM BEM VINDOS!

MOVIMENTO: O ESPÍRITO SANTO NOS CONDUZ /MG/BR

http://migre.me/3s0qy






MOVIMENTO : O ESPÍRITO SANTO NOS CONDUZ /MG /BR

VAMOS NOS UNIR AOS NOSSOS IRMÃOS DE MINAS GERAIS EM ORAÇÃO E AMIZADE PERMITINDO QUE O ESPIRITO SANTO NOS CONDUZA.

UNIDOS A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA.

FORMEMOS UMA GRANDE REDE DE ORAÇÃO E AMIZADE.
http://twitter.com/sebastiaoadlima

MOVIMENTO:O CORAÇÃO DE JESUS BATE EM NÓS /N-CO/BR

http://migre.me/3s39F






MOVIMENTO: O CORAÇÃO DE JESUS BATE EM NÓS / N-CO/BR

VAMOS NOS UNIR AOS NOSSOS IRMÃOS DO NORTE E CENTRO OESTE DO BRASIL EM ORAÇÃO E AMIZADE PERMITINDO QUE O SAGRADO CORAÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, BATA EM NÓS;
"FOMOS CRIADOS A IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS, QUE NOSSOS CORAÇÕES HUMANOS SEJAM SEMELHANTES AO CORAÇÃO DE CRISTO."
(JESUS MANSO E HUMILDE DE CORAÇÃO, FAZEI NOSSO CORAÇÃO SEMELHANTE AO VOSSO. AMÉM)
http://twitter.com/sebastiaoadlima

http://twitter.com/PNSDACONCEICAO
LISTA ATUALIZADA DOS BLOGS CATÓLICOS DO ESTADO DO PARÁ http://t.co/LyRTkjr

TERÇO MARIANO ON LINE

http://migre.me/41TUt






TERÇO MARIANO ON LINE





REZEMOS JUNTOS O SANTO TERÇO MARIANO
REVIVENDO OS CAMINHOS DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

CLIQUE EM UM DOS LINCKS ABAIXO PARA ACESSAR E JUNTOS PARTICIPARMOS:

http://www.a12.com/santuario/capela/terco_virtual.asp APARECIDA/SP

http://site.antigo.acnsf.org.br/terco-online/terco.html


http://www.arautos.org/rosario/ ARAUTOS DO EVANGELHO


http://www.portalkairos.net/oracao/terco_player.asp

MOVIMENTO: NOS BRAÇOS DE CRISTO : O ABRAÇO DA PAZ ! /RJ/BR.


MOVIMENTO : " NOS BRAÇOS DE CRISTO : O BRAÇO DA PAZ !"

PEDINDO PELA PAZ NA CIDADE E ESTADO DO RIO DE JANEIRO ; NA INTERCESSÃO DE SÃO SEBASTIÃO(cidade)  E SÃO JORGE (estado).

REZEMOS SEMPRE : 1 ORAÇÃO DO PAI NOSSO E 1 ORAÇÃO DA AVE MARIA ,
NA INTERCESSÃO DE SÃO SEBASTIÃO E SÃO JORGE, PEDINDO PAZ, PROSPERIDADE, HARMONIA E FELICIDADES A NOSSOS AMIGOS E IRMÃOS DO RIO DE JANEIRO.
Cante a Música: SONHO DE PAZ:

OCD / OCDS .



Ordem do Carmo




Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo




Escudo da Ordem do Carmo (ou Carmelitas)


(O.Carm.)


Lema

"Zelo zelatus sum pro Domino Deo exercituum (com zelo tenho sido zeloso pelo Senhor Deus dos exércitos)"


Fundação

Finais do século XII


Tipo

Ordem religiosa


Sede

Cúria Geral dos Carmelitas
Via Giovanni Lanza 138,
00184 Roma, Itália


Sítio oficial

www.ocarm.org


A Ordem do Carmo (ou Ordem dos Carmelitas), originalmente chamada Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, é uma ordem religiosa católica que surgiu no final do século XI, na região do Monte Carmelo (uma cadeia de colinas, próxima à actual cidade de Haifa, antiga Porfíria, no atual Estado de Israel), onde está instalada no Mosteiro de Nossa Senhora do Monte Carmelo.

A palavra "carmelo" significa jardim. Conta a tradição que o profeta Elias se estabeleceu numa gruta, em pleno Monte Carmelo, seguindo uma vida eremítica de oração e silêncio. Nele, e no seu modo de vida, se inspiraram os primeiros religiosos da Ordem. Mais tarde, uma Regra para a Ordem do Carmo foi sistematizada e proposta por Santo Alberto, Patriarca de Jerusalém, e aprovada pelo papa Honório III em 1226. No século XIII os religiosos acabaram por migrar para os países do Ocidente, fugindo das invasões sarracenas.

No século XVI, na Espanha, Santa Teresa de Ávila e São João da Cruz conduziram um processo de renovação (ou reforma) do carisma da Ordem do Carmo. Deste processo histórico e místico surgiu um novo ramo: o ramo dosCarmelitas Descalços.

Um mosteiro ou convento carmelita é conhecido por carmelo.


Os ramos da Ordem do Carmo



Brasão da Antiga Observância da Ordem do Carmo e da Ordem Terceira do Carmo.

Carmelitas da Antiga Observância

A Ordem dos Carmelitas da Antiga Observância (ou simplesmente Carmelitas) são o ramo mais antigo e originário da Ordem do Carmo.



Santa Maria Madalena de Pazzi, mística Carmelita.

Denominações e siglas

Ordo Fratrum Beatissimae Mariae Virginis de Monte Carmelo; Ordo Fratrum Carmelitarum Antiquae Observantiae; Calceatorum; CC; Carm. C.; OC; OCAO; OCC; O.Carm.

Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo; Ordem dos Carmelitas; Carmelitas Calçados; Carmelitas da Antiga Observância, Ordem dos Carmelitas Observantes, Ordem do Carmo.

Eremitas da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Eremitas da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo

Os Eremitas da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo (ou Carmelitas Eremitas) são um ramo da Ordem do Carmo que se originou com monges eremitas que, desde oséculo XIII, se tornaram na sua maioria em frades mendicantes. Os Carmelitas Eremitas do ramo masculino da Ordem do Carmo não são, contudo, considerados como os frades carmelitas de vida activa e apostólica. Na actualidade, os Carmelitas Eremitas são comunidades separadas, tanto de homens como de mulheres, que vivem uma vida de clausura, inspirada na antiga vida monástica carmelita, sob a autoridade do Prior Geral da Ordem Carmelita (O. Carm.).

Denominações e siglas[editar | editar código-fonte]

Eremitarum Beatissimae Virginis Mariae de Monte Carmelo; Fratrum Carmelitarum Eremitarum; E.Carm.;

Eremitas da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo; Eremitas de Nossa Senhora do Carmo; Carmelitas Eremitas; Irmãos Carmelitas Eremitas; Monges Carmelitas Eremitas; Eremitas do Monte Carmelo; Eremitas Carmelitas.

Ordem Terceira do Carmo

Ver artigo principal: Ordem Terceira do Carmo



Uma religiosa carmelita na solidão da sua cela, a rezar e a praticar a Lectio Divina.

A Venerável Ordem Terceira do Carmo (ou, simplesmente, Terceiros Carmelitas) é um ramo da Ordem do Carmo composto pelo grupo de membros leigos dos Carmelitas da Antiga Observância, os quais encontram-se sempre unidos em comunhão fraterna com os frades contemplativos e com as freiras de clausura da sua ordem religiosa. Este ramo baseia-se, por norma, no carisma carmelita original, ainda que partilhe a riqueza espiritual do ramo reformado por Santa Teresa de Ávila e São João da Cruz.

A instituição da Ordem Terceira do Carmo, depois também chamada de Venerável devido ao fato de se tratar da maior ordem religiosa mariana), remonta ao tempo de São Simão Stock que, além de ter sido um importante empreendedor na constituição da Ordem do Carmo, foi quem recebeu das mãos de Nossa Senhora o Seu famoso Escapulário, sob a promessa de divinas graças que seriam concedidas aos seus confrades que o usassem com devoção. É considerado, contudo, como fundador das Irmãs Carmelitas de clausura e da própria Ordem Terceira do Carmo, o Beato João Soreth. Na realidade, tal deve-se ao facto de que, em meados do século XV, apesar dessas comunidades religiosas já existirem, estas viviam sem Regra definida e foi ele quem deu-lhes a devida forma canónica. Foi o Beato João Soreth quem, na primeira pessoa, empreendeu todos os esforços necessários e obteve do papa a aprovação dos estatutos legais e o reconhecimento da Ordem das Irmãs Carmelitas de clausura e da Ordem Terceira do Carmo (sendo esta última composta maioritariamente por homens e mulheres leigos, mas que estão ligados espiritualmente, de modo bastante particular, aos restantes membros da Ordem do Carmo). Na implementação do ramo da Ordem Terceira do Carmo esteve também relacionado São Nuno de Santa Maria.

Denominações e siglas

Ordo Tertius Beatissimae Mariae Virginis de Monte Carmelo; Ordo Tertius Carmelitarum; OTC; VOTC; O.T.Carm.

Ordem Terceira da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo; Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte Carmelo; Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo; Venerável Ordem Terceira do Carmo; Ordem Terceira do Carmo; Ordem dos Terceiros Carmelitas; Terceiros Carmelitas.

Carmelitas Descalços



Brasão dos Carmelitas Descalços e da Ordem dos Carmelitas Seculares

Ver artigo principal: Ordem dos Carmelitas Descalços

A Ordem dos Carmelitas Descalços (ou, simplesmente, Carmelitas Descalços) é um ramo da Ordem do Carmo, formado em 1593, que resulta de uma reforma feita ao carisma carmelita elaborada por Santa Teresa de Ávila e São João da Cruz. Este ramo divide-se em três diferentes tipos de família carmelita: os padres ou frades, as freiras de clausura e os leigos.



Santa Teresa de Ávila



São João da Cruz

No século XVI, Santa Teresa de Ávila iniciou um processo de reforma ao carisma carmelita. Fez um voto de que haveria de seguir sempre o caminho da perfeição, e resolveu mantê-lo o mais próximo possível daquilo que a Regra do Carmo permitia. Numa noite do mês de Setembro de 1560, Teresa de Ávila decidiu reunir um grupo de freiras na sua cela e, tomando a inspiração primitiva da Ordem do Carmo e a reforma descalça de São Pedro de Alcântara, propôs-lhes a fundação de um mosteiro de tipoeremítico. Em 1562 é, então, fundado um novo mosteiro (que foi especialmente dedicado a São José). Por seu lado, em Duruelo, São João da Cruz e António de Jesus fundaram também um novo e primeiro convento masculino destinado aos fradesCarmelitas Descalços. Em 1593, o papa Clemente VIII concedeu total autonomia ao ramo dos Carmelitas Descalços (separando o seu carisma do carisma do ramo dos Carmelitas da Antiga Observância, desde então também chamados de Carmelitas Calçados para que melhor se pudesse estabelecer a diferença).

Denominações e siglas

Ordo Fratrum Discalceatorum Beatissimae Mariae Virginis de Monte Carmelo; Ordo Fratrum Carmelitarum Discalceatorum; CD; Carm. D.; O. Carm. Disc.; OCD.

Ordem dos Irmãos Descalços da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo; Ordem dos Carmelitas Descalços; Carmelitas Descalços, Ordem Carmelitana Descalça.

Carmelitas Seculares

Ver artigo principal: Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares

A Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares (ou, simplesmente, Carmelitas Seculares) é um ramo da Ordem do Carmo destinado ao grupo de leigos dos Carmelitas Descalços, os quais encontram-se assim sempre unidos em comunhão fraterna com os frades contemplativos e com as freiras de clausura da sua ordem religiosa. Este ramo também se baseia na reforma feita ao carisma carmelita elaborada por Santa Teresa de Ávila e São João da Cruz.

A Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares nasceu da vontade de algumas comunidades de leigos poderem fazer parte do carisma característico à das comunidades de religiosos consagrados da Ordem dos Carmelitas Descalços. Daí que, pouco depois da reforma do Carmelo, também se pudessem contemplar leigos como família carmelita. Os leigos Carmelitas Descalços Seculares assumem-se como "uma associação de fiéis que se comprometem a procurar no mundo a perfeição evangélica, inspirando e nutrindo a sua vida cristã com a espiritualidade e a orientação do Carmelo Teresiano" (artº 1 da Norma de Vida). Por outras palavras, o Carmelo Secular é constituído por leigos que procuram viver fielmente a sua vocação de baptizados, pondo em prática o Evangelho com a ajuda da espiritualidade carmelita.

Os Carmelitas Descalços Seculares constituem-se em pequenas fraternidades e "pertencem inteiramente à família carmelitana e são filhos da mesma Ordem, na comunhão fraterna dos mesmos bens espirituais, na participação da mesma vocação à santidade e da mesma missão na Igreja com a diferença essencial do estado de vida" (artº 1 da Norma de Vida).

Denominações e siglas

Ordo Carmelitarum Discalceatorum Seculorum; OCDS.

Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares; Carmelitas Descalços Seculares; Ordem Carmelita Secular; Carmelitas Seculares; Carmelo Secular.


História dos carmelitas no mundo

Ver artigo principal: História dos Carmelitas

Comunidades carmelitas em Portugal



Carmelos (comunidades femininas)[editar | editar código-fonte]

· Carmelo de Cristo Redentor (Aveiro)

· Carmelo do Coração Imaculado de Maria (Carvalhosa)

· Carmelo do Sagrado Coração de Jesus (Beja)

· Carmelo da Imaculada Conceição (Braga)

· Carmelo de Santa Teresa (Coimbra)

· Carmelo do Beato Nuno (Crato)

· Carmelo de Nossa Senhora Rainha do Mundo (Faro)

· Carmelo de São José (Fátima)

· Carmelo da Santíssima Trindade (Guarda)

· Carmelo da Sagrada Família (Torre de Moncorvo)

· Carmelo de Santa Teresinha (Viana do Castelo)

Conventos (comunidades masculinas)[editar | editar código-fonte]

· Convento do Carmo de Aveiro (Aveiro)

· Convento do Menino Jesus de Praga (Avessadas)

· Convento do Carmo de Braga (Braga)

· Convento do Salvador de Beja (Beja)

· Convento da Casa São Nuno de Fátima (Fátima)

· Convento Domus Carmeli de Fátima (Fátima)

· Convento do Carmo de Felgueiras (Felgueiras)

· Convento do Carmo de Lisboa (Lisboa)

· Convento do Carmo do Funchal (Funchal)

· Convento Stella Maris do Porto (Porto)

· Convento do Carmo de Viana do Castelo (Viana do Castelo)


Comunidades carmelitas no Brasil



Carmelos (comunidades femininas)[editar | editar código-fonte]

· Mosteiro Flos Carmeli (Jaboticabal – SP)

· Mosteiro Mater Carmeli (Paranavaí – PR)

· Carmelo de Nossa Senhora Aparecida (Belo Horizonte – MG)

· Carmelo de Santa Teresinha do Menino Jesus (Aparecida – SP)

· Carmelo de Nossa Senhora do Carmo e São José (Francisco Beltrão – PR)

· Carmelo de Nossa Senhora do Carmo (Campo Mourão – PR)

· Carmelo de Nossa Senhora de Guadalupe (Londrina – PR)

· Carmelo da Sagrada Família (Pouso Alegre - MG)

· Carmelo de Santa Teresa e Santa Míriam (Franca - SP)

· Carmelo de Nossa Senhora da Assunção e São José (Curitiba – PR)

· Carmelo de Cristo Redentor (São José – SC)

· Carmelo do Menino Jesus (Caxias do Sul – RS)

· Carmelo de Nossa Senhora do Carmo (Porto Alegre – RS)

· Carmelo de Nosso Senhor dos Passos (São Leopoldo – RS)

· Carmelo de Nossa Senhora do Carmo (Santa Maria – RS)

· Carmelo do Sagrado Coração de Jesus (Santo Ângelo – RS)

· Carmelo do Imaculado Coração de Maria (Giruá – RS)

· Carmelo de Santa Teresa e da Divina Misericórdia (Itajaí – SC)

· Carmelo de São José e da Virgem Mãe de Deus (Santos – RS)

· Mosteiro de Santa Maria das Carmelitas Eremitas (Itapeva – RS)

· Mosteiro de São José (Rio Grande – RS)

· Irmãs Carmelitas da Divina Providência (Belo Horizonte – MG)

· Irmãs Carmelitas do Divino Coração de Jesus (Santa Catarina)

· Carmelitas Mensageiras do Espírito Santo (São Paulo)

Conventos (comunidades masculinas)[editar | editar código-fonte]

· Mosteiro de Santo Elias dos Carmelitas Eremíticos (Itapeva – RS)

· Província Carmelitana Pernambucana (Pernambuco)

· Província Carmelitana de Santo Elias (Unaí – MG)

· Convento de São João da Cruz (Porto Alegre – RS)

· Convento de São José (São Paulo)

· Convento de Nossa Senhora do Carmo (Belo Horizonte – MG)




Aparições e devoções carmelitas



A religiosa carmelita portuguesa Antónia d'Astónaco recebeu uma famosa aparição de São Miguel Arcanjo.

Tal como aconteceu com outras ordens religiosas católicas, a Ordem do Carmo também possui um vasto legado histórico de aparições ou revelações que inspiraram diversas devoções e práticas de piedade popular. Entre elas constam exemplos famosos como:

· Em 1251, a aparição de Nossa Senhora do Carmo a São Simão Stock, prior geral da Ordem dos Carmelitas, na qual a Santíssima Virgem Maria lhe entregou o Escapulário Carmelita e deixou a seguinte promessa: "Recebe, meu filho, este Escapulário da tua Ordem como sinal distintivo da minha confraria e selo do privilégio que obtive para ti e para todos os carmelitas. O que com ele morrer não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos e uma prenda de paz e de aliança eternas.";

· A aparição do Divino Menino Jesus de Praga à Venerável Margarida do Santíssimo Sacramento (1619-1648), irmã carmelita do Convento de Beaune, em França, na qual o Divino Infante lhe indicou que, cada vez que se quisesse obter uma graça, esta deveria ser pedida invocando os méritos de Sua Santa Infância e que, dessa forma, nada seria recusado. Por fim, acrescentou o Divino Menino: "Tudo quanto me pedirem pela Minha Santa Infância será concedido!". As principais características desta já enraizada devoção carmelita são a prática de devotar o dia 25 de cada mês em honra do Menino Jesus (por causa do Natal) e a recitação da Coroinha do Menino Jesus de Praga, composta por 3 Pai-nossos (para honrar as três pessoas da Sagrada Família) e 12 Ave-Marias (para honrar os doze primeiros anos de vida de Jesus).



No Carmelo de Bejadecorreram inúmeras aparições às VeneráveisMadre Mariana da Purificaçãoe Madre Maria Perpétua da Luz.

· No Convento de Nossa Senhora da Esperança (ou Carmelo de Beja), duas freiras Carmelitas da Antiga Observância tiveram inúmeras aparições e revelações místicas ao longo da sua vida: a Venerável Madre Mariana da Purificação recebeu inúmeras aparições do Menino Jesus e o seu corpo foi encontrado incorrupto após a sua morte[1]; a Venerável Madre Maria Perpétua da Luz escreveu 60 cadernos com as suas revelações do Céu[2]; ambas as religiosas morreram com fama de santidade.

· A Venerável Maria Anna Lindmayr, religiosa carmelita descalça e Madre Superiora do Convento da Trindade de Munique, recebeu inúmeras revelações e manteve contínuos diálogos com as almas do purgatório. Estas revelações, reconhecidas posteriormente pela Igreja Católica, contribuíram para acentuar a prática devocional carmelita da oração em favor dessas mesmas almas para uma sua mais rápida libertação.

· A aparição de São Miguel Arcanjo à irmã carmelita portuguesa Antónia d'Astónaco, que, por meio dessa revelação privada, lhe pediu que fosse honrado, e Deus glorificado, através da recitação de nove invocações. Essas nove invocações correspondem a apelos dirigidos aos nove coros de anjos e deram origem ao chamado Terço de São Miguel Arcanjo. Esta aparição e respectiva devoção foram plenamente aprovadas pelo papa Pio IX em 1851;

· Entre 1844 e 1847 a Irmã Maria de São Pedro, carmelita no Convento de Tours, em França, recebeu inúmeras aparições de Jesus Cristo as quais deram origem à devoção da Sagrada Face. Por seu turno, a irmã carmelita Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face tornou-se numa das principais divulgadoras desta mesma devoção;



Garabandal, em Espanha, foi a pequena aldeia onde apareceu Nossa Senhora do Carmo a quatro meninas.

· Em 1917, na última aparição de Nossa Senhora de Fátima aos três pastorinhos, os pequenos videntes de Portugal afirmaram ter visto a Santíssima Virgem Maria aparecer-lhes vestida como Nossa Senhora do Carmo, trazendo consigo o Escapulário Carmelita. Anos mais tarde, a própria vidente Lúcia tornou-se numa religiosa carmelita. Quando à Irmã Lúcia foi-lhe perguntado numa entrevista porque motivo a Santíssima Virgem apareceu como Nossa Senhora do Monte Carmelo na sua última aparição em Fátima, a religiosa respondeu: "Porque Nossa Senhora quer que todos usem o Escapulário... o motivo foi esse", explicou ela, "é que o Escapulário é o nosso sinal de consagração ao Imaculado Coração de Maria". Quando lhe foi perguntado se o Escapulário do Carmo é assim tão relevante para o cumprimento de pedidos de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, a Irmã Lúcia respondeu: "O Escapulário e o Rosário são inseparáveis".


Santoral carmelita



Frades (ou irmãos) carmelitas



Freiras (ou irmãs) carmelitas



Pintura de Nossa Senhora do Carmo com os santos Carmelitas: São Simão Stock,Santo Ângelo da Sicília, Santa Maria Madalena de Pazzi eSanta Teresa de Ávila. (1641; Museu Diocesano Palermo)

· Janeiro

· Dia 3 — Beato Ciríaco Elias Chavara

· Dia 8 — São Pedro Tomás

· Dia 9 — Santo André Corsini

· Dia 27 — Santo Henrique de Ossó e Cervelló

· Dia 29 — Beata Arcangela Girlani

· Abril

· Dia 17 — Beato Baptista Mantuano

· Dia 18 — Beata Maria da Encarnação

· Dia 23 — Beata Teresa Maria da Cruz

· Maio

· Dia 5 — Santo Ângelo da Sicília

· Dia 8 — Beato Aloísio Rabatá

· Dia 9 — São Jorge Preca

· Dia 16 — São Simão Stock

· Dia 22 — Santa Joaquina de Vedruna

· Dia 25 — Santa Maria Madalena de Pazzi

· Junho

· Dia 7 — Beata Ana de São Bartolomeu

· Dia 12 — Beato Hilário Januszewski

· Dia 12 — Beato Afonso Maria Mazurek

· Dia 14 — Santo Eliseu



As três carmelitas mártiresde Guadalajara.

· Julho

· Dia 9 — Beata Giovanna Scopelli

· Dia 13 — Santa Teresa de Jesus dos Andes

· Dia 16 — Nossa Senhora do Carmo (ou do Monte Carmelo)

· Dia 17 — Beata Teresa de Santo Agostinho e companheiras mártires de Compiègne

· Dia 20 — Santo Elias

· Dia 24 — Beato João Soreth

· Dia 24 — Beatas Maria Pilar, Teresa e Maria dos Anjos (Mártires de Guadalajara)

· Dia 27 — Beato Tito Brandsma

· Agosto

· Dia 7 — Santo Alberto da Sicília

· Dia 9 — Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein)

· Dia 12 — Beato Isidoro Bakanja

· Dia 16 — Beata Maria do Sacrário

· Dia 17 — Beato Ângelo Agostinho Mazzinghi

· Dia 18 — Beato João Baptista Duvernail, Beato Miguel Luís Brulard e Beato Tiago Gagnoy

· Dia 25 — Beata Maria de Jesus Crucificado

· Dia 26 — Beato Jacques Retouret

· Setembro

· Dia 1 — Santa Teresa Margarida Redi

· Dia 12 — Beata Maria de Jesus

· Dia 17 — Santo Alberto, Patriarca de Jerusalém

· Outubro

· Dia 1 — Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face

· Dia 15 — Santa Teresa de Jesus (Teresa de Ávila)

· Novembro

· Dia 5 — Beata Francisca de Ambósia

· Dia 6 — São Nuno de Santa Maria (Dom Nuno Álvares Pereira, o Condestável de Portugal)

· Dia 6 — Beata Josefa Naval Girbés

· Dia 7 — Beato Francisco de Jesus Maria José

· Dia 8 — Beata Isabel da Trindade

· Dia 19 — São Rafael Kalinowski

· Dia 29 — Beato Dionísio da Natividade e Beato Redento da Cruz

· Dezembro

· Dia 5 — Beato Bartolomeu Fanti

· Dia 11 — Santa Maria Maravilhas de Jesus

· Dia 14 — São João da Cruz

· Dia 16 — Beata Maria dos Anjos

OCDS

OCDS

ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS SECULARES - OCDS





Uma vez que os Carmelitas Descalços foram declarados como Ordem independente dos Calçados, tiveram que começar, em muitas ocasiões e lugares, a construir novos conventos que geralmente se levantaram em lugares onde já os tinham levantado os Calçados, os quais desde épocas anteriores vinham atendendo à então chamada Ordem Terceira. Os Descalços, com o propósito de evitar diferenças e confusões, não erigiam a Ordem Terceira em lugares onde já a tivessem erigido os Calçados, porque também o Direito Canônico (C 711) proibia erigir no mesmo lugar dos confrades de mesmo nome e parece que este mesmo critério se aplicava às Ordens Terceiras.



Em 1708, na França, se encontrou um livro da V.O.T. do Carmelo Descalço que, se não é o primeiro que se escreveu, é o primeiro que utiliza o título de Santa Teresa para distingui-la dos Carmelitas Calçados. Sua origem deve ser italiana, porque na Espanha não houve Ordem Terceira alguma dos Carmelitas Descalços, senão até o ano de 1775.



A primeira fundação da Ordem Terceira dos Carmelitas Descalços que se comprova com documentos, é a da Fraternidade “São João Evangelista”, estabelecida na Igreja do Carmo da cidade de Toluca , no México. O Padre Geral, Frei Pablo de La Concepción , com o consentimento do Definitório, autorizou o estabelecimento da Ordem Terceira dos Carmelitas Descalços em Toluca, em 02 de março de 1731 (segundo o livro da fundação). Poucos anos mais tarde, em 02 de junho de 1737, se estabeleceu solenemente a fraternidade. A Congregação da Espanha a autorizou em atenção ao fato de que não havia Carmelitas Calçados em Toluca. Estas são as razões pelas quais se considera esta fraternidade a primeira da Ordem Terceira dos Carmelitas Descalços, canonicamente erigida.



Natureza da Ordem



A Ordem Carmelita Secular da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo (historicamente conhecida como Ordem Terceira) é uma associação principalmente de pessoas leigas. Seus membros, respondendo a um chamado especial de Deus, se comprometem livremente e deliberadamente a viver no seguimento de Jesus Cristo, de acordo com as tradições e o espírito do Carmelo Teresiano.



A espiritualidade carmelitana acentua a pureza de coração e o esvaziamento do ego, de tal forma, que Deus possa ser nosso tudo. O Carmelita Secular é chamado a buscar a Deus, nas circunstâncias normais da vida cotidiana, levando amor, flor brotada das raízes do Carmelo, a todos, como os quais convive, ou trabalha.



Os membros da Ordem Secular dos Carmelitas Descalços pertencem plenamente à família carmelitana, são filhos da mesma Ordem, na comunhão fraterna dos mesmos bens espirituais e na participação da mesma vocação de santidade e da mesma missão da Igreja, que é de viver a mensagem do Evangelho e levar Jesus Cristo a outras pessoas.



Um padre diocesano pode ser admitido na Ordem Carmelita Descalça Secular, adaptando seu estado de vida, com a espiritualidade carmelitana.



O membro da Ordem Carmelita Secular será chamado de: “Carmelita Secular”.



A comunidade formada pelos seus membros chamar-se-á, por exemplo: “Comunidade Santa Teresa de Jesus”, ou “Comunidade Rainha do Carmelo”, etc.



Propósito da Ordem



A proposta da Ordem Secular dos Carmelitas Descalços é oferecer ao leigo um ambiente em fraternidade, onde se viva o Evangelho e a espiritualidade carmelitana de buscar o Senhor em oração contemplativa, numa comunhão de fé, esperança e amor; e num espírito de serviço para Deus e à humanidade.



A família carmelitana é inspirada nas vidas da Bem-Aventurada Virgem Maria e do profeta Santo Elias. Maria é nossa Rainha, Mãe e Irmã. Uma comprovação da influência de Maria em nossas vidas é determinada pela declaração “Carmelus totus marianus est” (o Carmelo é eminentemente Mariano). Nela, nós achamos o modelo de tudo aquilo que desejamos e esperamos ser.



Elias é o profeta do Monte Carmelo e nosso pai na fé. Com um desejo ardente voltado para o Deus vivo e verdadeiro, ele passou a vida inteira a testemunhar a presença de Iahweh no mundo.



Este modo de viver o Evangelho deve ser buscado pelo Carmelita Secular, numa vida de oração contemplativa e numa comunhão permanente com os irmãos. Em resumo, vivendo verdadeiramente o amor. Este amor foi alegremente declarado por Santa Teresinha do Menino Jesus, quando descobriu sua vocação, exclamando: “ó Jesus, meu amor... minha vocação, afinal eu a encontrei... minha vocação é o amor !”.



O Chamado à Oração



O desafio do Carmelita Secular é buscar a presença de Deus na oração, mesmo tendo uma vida ativa e ocupada no meio do mundo. Esta era a situação enfrentada pelos primeiros eremitas Carmelitas que migraram para a Europa. Estes homens viviam uma vida de oração na solidão e foram chamados para ser envolvidos em um ministério ativo. Oração e serviço são os companheiros mútuos de acordo com nossas tradições. A oração desenvolve de forma concreta uma fé que alcança generosamente os que estão ao nosso redor, enquanto este envolvimento com os outros gera frutos de amadurecimento e crescimento na oração. É uma tentativa de viver esta vida de oração no mundo agitado de hoje. Esta é a forma como a Igreja tem agido durante séculos.



Os Sacramentos da Igreja devem estar no centro do coração de um Carmelita Secular.



A Liturgia das Horas santifica o nosso dia e nos une à oração da Igreja. O leigo Carmelita deve ser fiel à oração litúrgica e às devoções marianas, especialmente o terço diário. Se possível, a Missa diária, como forma mais perfeita de crescimento espiritual.



Nos momentos livres de nossa vida diária, somos chamados pela Regra Carmelita a ler e escutar a Palavra de Deus, no intuito de edificar e trazer quietude ao nosso coração. Esta quietude e reflexão da Sagrada Escritura nos conduzem a uma oração contemplativa, aos moldes de Maria, nossa Mãe, que “guardava todas estas coisas e refletia em seu coração (Lc 2,19)”.



Através destes esforços, as Comunidades de Carmelitas Seculares tornar-se-ão modelos de comunidades orantes, dentro da Igreja.



Um Chamado para a Comunidade



A Ordem Carmelita oferece aos membros da Ordem Secular os meios necessários à vivência do Evangelho e a fidelidade aos compromissos assumidos no Batismo. Este chamado para a comunidade é evidenciado profundamente na Regra de Vida do Carmelo, escrita por Santo Alberto de Jerusalém, capítulos 7 a 11, que determina que os carmelitas vivam em comunidade, celebrem juntos a Eucaristia, freqüentemente se encontrem para encorajar um ao outro, tenham sempre um espírito de pobre e encontrem na oração contemplativa o caminho de um encontro profundo com o Senhor. Os membros da Ordem Secular devem dar testemunho de cristãos, sendo “um só coração e uma só mente, vivendo em comum, na partilha do pão e da oração (Atos 2, 42-47; 4, 32)”.



Este relacionamento mútuo de amor, no entanto, difícil de alcançar, fortalece os corações dos membros, num espírito de cooperação amorosa e ativa, para estabelecer o Reino de Deus, em um mundo freqüentemente secularizado e hostil. Este espírito de amor não deve se estender somente aos Carmelitas, mas a todos e, principalmente, aos pobres e marginalizados, num esforço de se estabelecer a paz e justiça neste mundo injusto e sem paz.



Viver como membro de uma Comunidade Carmelita, implica também, não negligenciar nos deveres; de acordo com seu estado de vida, pessoa casada ou solteira.



As Comunidades de Carmelitas Descalços Seculares devem ser testemunhas na comunidade, dentro da Igreja e no mundo.



O Chamado para o Ministério



Os Carmelitas Seculares, como todas as pessoas batizadas, são chamados a se envolver profundamente na missão da Igreja. Submersos no mundo como eles estão, deverão refletir um espírito cristão, nas suas famílias, no ambiente de trabalho, nas responsabilidades sociais, nas relações com outros e em todos os momentos do dia.



Eles encontrarão na pessoa de Elias inspiração e testemunho. Foi ele quem disse: “Eu me consumo de ardente zelo por Iahweh dos Exércitos” (I Reis 19, 10). Em luta com os falsos profetas de seu tempo, Elias proclamou o Reino de Deus e trabalhou arduamente para seu estabelecimento. Um Carmelita Secular no mesmo espírito de Elias é chamado a criticar os valores, ações, sistemas e metas que são hostis ao Evangelho.



Nossa Mãe Maria, é também um maravilhoso exemplo de Ministério, caminhando com Jesus em todos os momentos da sua vida, até mesmo ao pé da cruz.



O Ministério em nossos dias envolve um sacrifício de tempo, talento e dedicação por parte do indivíduo. Um Carmelita Secular aceita o sofrimento e estima o convite do Senhor de renunciar a si mesmo e levar sua cruz diariamente no seguimento do Senhor (Mc 8, 34).



Qualquer ministério exercido individualmente, ou pela comunidade, deve fluir de nossa herança Carmelita e deve provocar a santificação de nossas famílias, do nosso trabalho e da sociedade. Ou seja, os ministérios devem ser integrados com as outras áreas da vida de um Carmelita. Orar pelos outros é um ministério bastante válido, como é tão bem exemplificado e executado, na Ordem Carmelita Descalça, pelas monjas que vivem nas clausuras do mundo inteiro e sustentam o mundo com suas orações.



Devoção Mariana



Desde seu começo, toda a Família Carmelitana tem tido uma dedicação especial pela Santíssima Virgem Maria. Realmente, os Carmelitas, em todos os tempos, têm sido conhecidos como: “Irmãos e Irmãs de Nossa Senhora do Monte Carmelo”. Então, toda a Ordem Secular deverá honrar Nossa Senhora com especial amor e devoção. Ela é um modelo de tudo aquilo que nós desejamos e esperamos ser.



Os Carmelitas sempre se colocaram sob os cuidados maternos de Nossa Senhora, chamando-A de Mãe. A Ordem desfruta de Sua ajuda especial.



O Escapulário marrom é um sinal de sua proteção , é um símbolo também da vida interior da pessoa que tem devoção por Nossa Senhora .



A Ordem Carmelita Descalça Secular nos tempos atuais



A OCDS pertence ao “tronco” do Carmelo Descalço. Somos perfeita e plenamente unidos ao Frades Carmelitas Descalços e às Monjas Carmelitas Descalças. Cada uma desses grandes ramos, que na verdade formam uma única família, possui seu carisma próprio, seu “modo” de ser e de agir no mundo e na Igreja. Cada vez mais cresce no meio dos membros da OCDS a consciência de nossa grande responsabilidade eclesial, apostólica e missionária: sermos verdadeiros carmelitas, no espírito e carisma de Santa Teresa de Jesus e de São João da Cruz, porém vivendo inseridos no mundo secular, na sociedade.



Para isso devemos estar muito bem preparados. Não é fácil, em nosso mundo secularizado, que esqueceu valores humanos e espirituais básicos, sermos legítimos carmelitas. Temos que nos “encher” do Carmelo para vivermos o carisma carmelitano em nossas vidas e famílias e, depois, levarmos esse carisma para o mundo. Falei que não é fácil, porém, não é impossível. Através da oração, da leitura e vivência da Palavra de Deus, de nossa união com a Igreja (sua doutrina, ensinamentos, sacramentos e missão), com o Carmelo Descalço (seu carisma e apostolado) e por meio de um consciente e generoso “sim” à causa do Reino de Deus, é possível ser um verdadeiro carmelita vivendo no mundo.



Assim é a OCDS: uma sociedade de fiéis leigos que se apaixonaram por Cristo através dessa “ótica” ensinada por nossos santos e santas: sermos plenamente dEle, de corpo e alma, amando-O com um amor puro e desprendido, cheios de zelo por Sua glória e desejosos de que todos O amem como Ele merece ser amado.