quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

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CATEQUESE

Nossa Senhora do Carmo
Nossa Senhora do Carmo (ou Nossa Senhora do Monte Carmelo) é um título consagrado à Virgem Maria. Este título apareceu com o propósito de relembrar o convento construído em honra da Santíssima Virgem Maria nos primeiros séculos do Cristianismo, no Monte Carmelo, em Israel.
A principal característica desta invocação mariana é a apresentação e a recomendação de uso do Escapulário do Carmo, símbolo que representa a consagração do devoto cristão à Virgem Maria e o acto de estar ao serviço do Reino de Deus, recebendo muitas indulgências, muitas graças e outros benefícios espirituais a quem assume este sinal e esta proposta como seus. De acordo com os relatos existentes, Nossa Senhora terá aparecido sob esta invocação a São Simão Stock, o Prior Geral da Ordem dos Carmelitas, e a quatro meninas na aldeia de San Sebastián de Garabandal, entre 1251 e 1255, no norte de Espanha.
A festa litúrgica de Nossa Senhora do Carmo é comemorada pelos cristãos no dia 16 de julho.
Escapulário de Nossa Senhora do Carmo
Segundo a doutrina católica, a primeira veste de que se tenha notícia na História remonta ao Paraíso Terrestre. O Gênesis (3, 21), o primeiro livro da Bíblia, conta que, após a queda dos primeiros pais da humanidade, Adão e Eva, o próprio Deus lhes confeccionou túnicas de pele e com elas os revestiu. Bem mais tarde, Jacob fez uma túnica de variadas cores para o uso de José, seu filho bem-amado (Gn 37, 3). E assim, as vestimentas vão sendo citadas nestas ou naquelas circunstâncias, ao longo das Escrituras (Gn 27, 15; 1 Sm 2, 19; etc.). Uma túnica porém, ocupa lugar "princeps" entre todas as vestimenta: a túnica de Jesus Cristo sobre a qual os soldados deitaram sorte, por se tratar de uma peça de altíssimo valor, pelo facto de não possuir costura. Uma piedosa tradição atribui às mãos da Virgem Maria a arte empregada em sua confecção. Ao se darem conta, os soldados, da elevada qualidade daquela peça, tomaram a resolução de não rasgá-la.

O Escapulário é um sinal de aliança com Nossa Senhora, e exprime a consagração de quem o usa a Ela. Segundo a devoção católica, assim como vestia Maria a seu Filho Jesus, da mesma forma Maria quer revestir também a nós, seus filhos adotivos. Pois, toda a humanidade, simbolizada por João Evangelista, foi entregue por Jesus aos cuidados de Maria, na mesma ocasião em que os soldados, pela sorte, decidiam sobre a propriedade da túnica de Jesus, ao dizer: "Mulher, eis aí teu filho" (Jo 19,26).
O Escapulário do Carmo, enquanto veste devocional, surgiu no século XII. Segundo a tradição católica, no dia 16 de julho de 1251, São Simão Stock suplicava a Nossa Senhora ajuda para resolver um problema da Ordem do Carmo, da qual era o Prior Geral. Enquanto ele rezava, a Virgem Maria apareceu-lhe, trazendo o Escapulário nas mãos, e disse essas confortadoras palavras: "Recebe, Meu filho, este Escapulário da tua Ordem, como sinal distintivo da Minha confraria e selo do privilégio que obtive para ti e para todos os Carmelitas: o que com ele morrer, não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos e prenda de paz e de aliança eternas".

Ao longo do séculos, gerações e gerações de católicos, sobretudo os religiosos e leigos consagrados carmelitas, difundiram esta devoção mariana por todo o mundo, tornando-a numa das devoções católicas mais difundidas. Para os seus defensores, o Escapulário é uma poderosa ajuda espiritual, conferida através da Virgem Maria, para aqueles que vivem em estado de graça e um valioso instrumento para converter os pecadores.
Os Papas enaltecem o uso do Escapulário[editar | editar código-fonte]
Em 1951, por ocasião da celebração do 700º aniversário da entrega do Escapulário, o Papa Pio XII disse em carta aos Superiores Gerais das duas Ordens carmelitas: "Porque o Santo Escapulário, que pode ser chamado de Hábito ou Traje de Maria, é um sinal e penhor de proteção da Mãe de Deus".
Exatamente 50 anos depois, o Papa João Paulo II afirmou: "O Escapulário é essencialmente um ‘hábito'. Quem o recebe é agregado ou associado num grau mais ou menos íntimo à Ordem do Carmo, dedicada ao serviço da Virgem para o bem de toda a Igreja. (...) Duas são as verdades evocadas pelo signo do Escapulário: de um lado, a constante proteção da Santíssima Virgem, não só ao longo do caminho da vida, mas também no momento da passagem para a plenitude da glória eterna; de outro, a consciência de que a devoção para com Ela não pode limitar-se a orações e tributos em sua honra em algumas ocasiões, mas deve tornar-se um ‘hábito'."
Esses dois Pontífices confirmaram, assim, variadíssimas manifestações de apreço ao Escapulário feitas por vários Papas, tais como Bento XIIIClemente VIIBento XIVLeão XIIISão Pio X e Bento XV. Bento XIII estendeu a toda a Igreja a celebração da festa de Nossa Senhora do Carmo, a 16 de julho.
Os grandes privilégios do Escapulário[editar | editar código-fonte]
Uma das promessas de Nossa Senhora do Carmo a São Simão Stock se refere ao "privilégio sabatino", que consiste que aquele que morrer usando o escapulário, sairá do Purgatório no primeiro sábado após sua morte. Porém, a Igreja Católica, antes de mais, esclarece que o Escapulário não é um sinal "mágico" de salvação. Não é uma espécie de amuleto cujo uso dispensa os fiéis das exigências da vida cristã. Não basta, portanto, carregá-lo ao pescoço e dizer: "Estou salvo!" Apesar de, segundo a devoção católica, a Virgem Maria não pôs nenhuma condição ao conceder o "privilégio sabatino", afirmando simplesmente: '"Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno".' Não obstante, para beneficiar-se deste privilégio, a Igreja ensina que é necessário usar o Escapulário com recta intenção. Neste caso, se na hora da morte a pessoa estiver em estado de pecado mortal, Nossa Senhora providenciará, de alguma forma, que essa pessoa moribunda se arrependa e receba os sacramentos.
Quem usa o Escapulário pode beneficiar-se também de indulgência plenária (remissão de todas as penas do Purgatório) no dia em que o recebe, na festa de Nossa Senhora do Carmo, 16 de julho; de Santo e Profeta Elias, 20 de julho; Santa Terezinha do Menino Jesus, 1º de outubro; dos santos carmelitas, 14 de novembro; São João da Cruz, 14 de dezembro; São Simão Stock, 16 de maio.
Como receber e usar o Escapulário

Qualquer sacerdote católico tem poder para abençoar e impor na pessoa o Escapulário.
Essa bênção e imposição valem para toda a vida, portanto, basta recebê-lo uma vez.
Quando o Escapulário se desgastar, basta substituí-lo por um novo.
Mesmo quando alguém tiver a infelicidade de deixar de usá-lo durante algum tempo, pode simplesmente retomar o seu uso, não é necessária outra bênção ou imposição.
Uma vez recebido, ele deve ser usado sempre, de preferência no pescoço, em todas as ocasiões, mesmo enquanto a pessoa dorme.
Em casos de necessidade extrema, como doentes em hospitais, se o Escapulário lhe for retirado, o fiel não perde os benefícios da promessa de Nossa Senhora.
Em casos de perigo de morte, mesmo um leigo pode impôr o Escapulário. Basta recitar uma oração a Nossa Senhora e colocar na pessoa um escapulário já abençoado por algum sacerdote.
O Papa São Pio X autorizou substituir o Escapulário por uma medalha que tenha de um lado o Sagrado Coração de Jesus e do outro uma imagem de Nossa Senhora. Mas a recepção e imposição deve ser feita com o escapulário de tecido.
Milagres atribuídos a Nossa Senhora do Carmo[

Em PalmiItália, em 16 de novembro de cada ano é comemorado o terremoto de 1894, que teve o seu epicentro na cidade e no qual ocorreu um evento definido como o "milagre da Nossa Senhora do Carmo". Segundo a tradição, os fiéis viram a estátua da Nossa Senhora do Carmo, durante 17 dias, com movimento dos olhos e mudança da coloração da face. A imprensa local e nacional noticiou o evento e na noite de 16 de novembro, os fiéis improvisaram uma procissão pelas ruas. Quando a procissão chegou ao fim da cidade, um violento terremoto sacudiu todo o distrito de Palmi, arruinando a maioria das casas em seu caminho, mas apenas vitimou 9 pessoas, numa população de cerca de 15.000, isto porque quase toda a população estava na rua, a assistir ou participar na procissão. Portanto, anualmente, incluindo a queima de fogos de artifício, luzes e barracas, é celebrada a procissão da imagem de Nossa Senhora pelas mesmas ruas que andou em 1894. A Igreja Católica reconheceu oficialmente o milagre, coroando a estátua de 16 de novembro de 1896, como resultado do decreto emitido pelo Vaticano em 22 de setembro de 1895

COMENTÁRIO DO MÊS

São Pedro e São Paulo Apóstolos - principais líderes da Igreja Cristã
Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.
Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro.
Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo. Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.
Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.
Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério.
Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação. Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.
São Pedro e São Paulo, rogai por nós!____________________________ 
São Tomé, pertenceu ao grupo dos doze apóstolos
Tomé nunca teve medo de expor a realidade de sua fé e de sua razão, que queria saber cada vez mais e melhor
Pertenceu ao grupo dos doze apóstolos. O Senhor o chamou dentro de sua realidade, com suas fraquezas e até com suas crises de fé.
Nosso Senhor Jesus revelou a nós coisas maravilhosas através de São Tomé:
“Tomé lhe disse: ‘Senhor, nós nem sabemos para onde vais, como poderíamos saber o caminho?’ Jesus lhe disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai a não ser por mim” (Jo 14,6).
Tomé nunca teve medo de expor a realidade de sua fé e de sua razão, que queria saber cada vez mais e melhor. Quando Jesus apareceu aos apóstolos ao ressuscitar, Tomé não estava ali, e aí encontramos seu testemunho: “Oito dias depois, os discípulos encontravam-se reunidos na casa, e Tomé estava com eles. Estando as portas fechadas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!” Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” (Jo 20,26-28).
O Papa São Gregório Magno meditando essa realidade de São Tomé diz: “A incredulidade de Tomé não foi um acaso, mas prevista nos planos de Deus. O discípulo, que, duvidando da Ressurreição do Mestre, pôs as mãos nas chagas do mesmo, curou com isso a ferida da nossa incredulidade”.
Segundo a Tradição, Tomé teria ido, depois de Pentecostes, evangelizar pelo Oriente e Índia onde morreu martirizado, ou seja, morreu por amor, testemunhando a sua fé.
São Tomé, rogai por nós !_____________________________________  
Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus
 Dedicou-se religiosamente em cuidar de uma senhora com câncer e a partir desta experiência caridosa deu-se a descoberta do Carisma
Hoje comemoramos a santidade de vida da naturalizada brasileira Amábile Lúcia Visintainer que nasceu no ano de 1865 e partiu para a Glória em 1942. Nascida em Vigolo Vattaro (Itália), com apenas 10 anos de idade emigrou com seus pais para o Brasil dirigindo-se para o Estado de Santa Catarina, no sul do país.
Santa Paulina, antes de entrar para a vida consagrada, dedicou-se religiosamente em cuidar de uma senhora com câncer e a partir desta experiência caridosa deu-se a descoberta do Carisma que fora reconhecido em 1895 pelo Bispo de Curitiba, Paraná, com o nome de Filhas da Imaculada Conceição.
Na oração litúrgica da Igreja é pedido a Deus para nós fiéis a virtude do serviço, motivado pelo amor, a qual mais brilhou no coração da virgem Paulina do Coração Agonizante de Jesus.
Santa Paulina, rogai por nós!_________________________________  
 São Joaquim e Sant'Ana, pais de Nossa Senhora
 São Joaquim e Sant’Ana foram abençoados por Jesus com o nascimento da Virgem Maria
Com alegria celebramos hoje a memória dos pais de Nossa Senhora: São Joaquim e Sant’Ana. Em hebraico, Ana exprime “graça” e Joaquim equivale a “Javé prepara ou fortalece”.
Alguns escritos apócrifos narram a respeito da vida destes que foram os primeiros educadores da Virgem Santíssima. Também os Santos Padres e a Tradição testemunham que São Joaquim e Sant’Ana correspondem aos pais de Nossa Senhora. Sant’Ana teria nascido em Belém. São Joaquim na Galileia. Ambos eram estéreis. Mas, apesar de enfrentarem esta dificuldade, viviam uma vida de fé e de temor a Deus.
O Senhor então os abençoou com o nascimento da Virgem Maria e, também segundo uma antiga tradição, São Joaquim e Sant’Ana já eram de idade avançada quando receberam esta graça. A menina Maria foi levada mais tarde pelos pais Joaquim e Ana para o Templo, onde foi educada, ficando aí até ao tempo do noivado com São José.
A data do nascimento e morte de ambos não possuímos, mas sabemos que vivem no coração da Igreja e nesta são cultuados desde o século VI.
São Joaquim e Sant’Ana, rogai por nós!

PAPOABERTO

Aqui retrataremos sobre vários assuntos sempre de maneira objetiva e direta, e vocês podem deixar sugestões. 
Bento de Núrsia
São Bento de Núrsia, nascido Benedito da Nórcia (em italianoBenedetto de Norcia; em latimBenedictusNórciaReino Ostrogótico, c. 480 — Abadia do Monte Cassino, c. 547) foi um monge, fundador da Ordem dos Beneditinos, uma das maiores ordens monásticas do mundo. Foi o criador da Regra de São Bento, um dos mais importantes e utilizados regulamentos de vida monástica, inspiração de muitas outras comunidades religiosas. Era irmão gêmeo de Santa Escolástica. Foi designado patrono da Europa pelo Papa Paulo VI em 1964[1], sendo também patrono da Alemanha. É venerado não apenas por católicos, como também por ortodoxos. Foi o fundador da Abadia do Monte Cassino, na Itália,destruída durante a Segunda Guerra Mundial e posteriormente restaurada. É comemorado no calendário católico a 11 de Julho[2], data em que suas relíquias foram trasladadas para a Abadia de Saint-Benoît-sur-Loire.
Biografia
A fonte de todos os acontecimentos da vida de São Bento são os Diálogos de São Gregório Magno, redigidos por volta de 593, que se baseou em fatos narrados por monges que conheceram pessoalmente São Bento.
Segundo São Gregório, São Bento foi filho de um nobre romano, tendo realizado os primeiros estudos na região de Núrsia (próximo à cidade italiana de Espoleto). Mais tarde, foi enviado a Roma para estudar retórica e filosofia, mas, tendo se decepcionado com a decadência moral da cidade, abandona logo a capital e se retira para Enfide (atual Affile),no ano 500. Ajudado por um abade da região chamado Romano, instalou-se em uma gruta de difícil acesso, a fim de viver como eremita. Depois de três anos nesse lugar, dedicando-se à oração e ao sacrifício, foi descoberto por alguns pastores, que divulgaram a fama de santidade. A partir de então, foi visitado constantemente por pessoas que buscavam conselhos e direção espiritual.[3]
É então eleito abade de um mosteiro em Vicovaro, no centro da Itália. Por causa do regime de vida exigente, os monges tentaram envenená-lo, mas, no momento em que dava a bênção sobre o alimento,saiu da taça que continha o vinho envenenado uma serpente e o cálice se fez em pedaços. Com isso, São Bento resolve deixar a comunidade e retornando à vida solitária, vivendo consigo mesmo: habitare secum.[4]
Em 503 recebe grande quantidade de discípulos e funda doze pequenos mosteiros.[5] Em 529, por causa da inveja do sacerdote Florêncio, tem de se mudar para Monte Cassino, onde funda o mosteiro que viria a ser o fundamento da expansão da Ordem Beneditina. É nesse episódio que Florêncio lhe envia de presente um pão envenenado, mas Bento dá o pão a um corvo que todos os dias vinha comer de suas mãos e ordena à ave que o leve para longe, onde não pudesse ser encontrado. Durante a saída de Bento para Monte Cassino, Florêncio, sentindo-se vitorioso, saiu ao terraço de sua casa para ver a partida do monge. Entretanto, o terraço ruiu e Florêncio morreu. Um dos discípulos de Bento, Mauro, foi pedir ao mestre que retornasse, pois o inimigo havia morrido, mas Bento chorou pela morte de seu inimigo e também pela alegria de seu discípulo, a quem impôs uma penitência por regozijar-se pela morte do sacerdote.[6]
Em 534 começa a escrever a Regula Monasteriorum (Regra dos Mosteiros). Morre em 21 de março de 547, tendo antes anunciado a alguns monges que iria morrer e seis dias antes mandado abrir sua sepultura. Sua irmã gêmea Escolástica havia falecido em 10 de fevereiro do mesmo ano.[7]
As representações de São Bento geralmente mostram, junto com o santo, o livro da Regra, um cálice quebrado e um corvo com um pão na boca, em memória ao pão envenenado que recebeu do sacerdote invejoso.
As relíquias de São Bento estão conservadas na cripta da Abadia de Saint-Benoît-sur-Loire (Fleury), próximo a Orleáns e Germigny-des-Prés, no centro da França.
Santificação

De acordo com a tradição, São Bento de Núrsia foi santificado por ter vencido duas ciladas armadas pelo Diabo, nas quais lhe é oferecido um cálice de vinho envenenado e um pedaço de pão, também envenenado.
Além disso, em inúmeras vezes fora tentado efetivamente pelo Inimigo, além de ser ofendido e insultado de tal maneira que os irmãos de hábito que estavam ao seu redor podiam escutar as ofensas que ele recebia.
O Santo Varão, como também é chamado, vencia o Tentador utilizando-se do Sinal da Cruz e da oração contida na Cruz Medalha que fora esculpida nas paredes de um mosteiro.
A Regra de São Bento
Origem e estrutura
Regula Monasteriorum, também denominada Regula Monachorum, é composta por um prólogo e 73 capítulos. É possível que ela não seja inteiramente composta por São Bento, mas criada por ele valendo-se de uma regra mais antiga, Regula Magistri, composta por autor desconhecido, na mesma região da Itália, trinta anos antes da composição da Regra de São Bento.[8]. Dom Basilius Steidle propôs as seguintes divisões temáticas para Regra de São Bento[9]:
Estrutura fundamental do mosteiro: capítulos 1-3
A arte espiritual: capítulos 4-7
Oração comum: capítulos 8-20
Organização interna do mosteiro: capítulos 21-52
O mosteiro e suas relações com o mundo: capítulos 53-57
A renovação da comunidade monástica: capítulos 58-65
Porta do Mosteiro e Clausura: capítulo 66
Acréscimos e complementos: capítulos 67-72
Testemunho pessoal de São Bento sobre a Regra: capítulo 73
Evolução histórica
São Bento de Aniane retoma a regra no século IX, antes das invasões normandas; ele a estudou e codificou, dando origem a sua expansão por toda Europa carolíngia, ainda que tenha sido adaptada diversas vezes, conforme diversos costumes. Posteriormente, através da Ordem de Cluny e da centralização de todos os mosteiros que utilizavam a Regra, ela foi adquirindo grande importância na vida religiosa européia durante a Idade Média. No século XI surgiu a reforma de Cister, que buscava recuperar um regime beneditino mais de acordo com a regra primitiva. Outras reformas (como a camaldulense, a olivetana ou a silvestriana), buscaram também dar ênfase a diferentes aspectos da Regra de São Bento.
Apesar dos diferentes momentos históricos, nos quais a disciplina, as perseguições ou as agitações políticas causaram uma certa decadência da prática da Regra de São Bento, e mesmo da população monástica, os mosteiros beneditinos conseguiram manter, durante todos os tempos, um grande número de religiosos e religiosas. Atualmente, perto de 700 mosteiros masculinos e 900 mosteiros e casas religiosas femininas, espalhados pelos cinco continentes, seguem a Regra de São Bento. Inclusive algumas comunidades de confissões Luterana , Anglicana e Metodista.
A Cruz-Medalha de São Bento 
A origem da Cruz-Medalha de São Bento é incerta, sabe-se que ela foi redescoberta em 1647, em Nattremberg, na Baviera, por ocasião da condenação de algumas bruxas, que afirmaram não conseguir praticar qualquer tipo de feitiçaria ou encanto contra lugares em que houvesse a imagem da Cruz, em especial, a abadia de São Miguel em Metten. Intrigados com o fato, as autoridades foram averiguar o que existia no mosteiro. Ao entrarem em uma das dependências, observaram entalhadas nas paredes imagens da cruz tal como estão representadas nas Medalhas utilizadas hoje. Na biblioteca dessa mesma abadia, encontraram um manuscrito do ano de 1415, o qual continha, além de textos, ilustrações, sendo uma delas a de São Bento, com uma cruz e uma flâmula, com os versos da medalha: Crux sacra sit mihi lux, non draco sit mihi dux. Vade retro satana, nunquam suade mihi vana. Sunt mala quae libas, ipse venena bibas". Por esse motivo, estima-se que a origem da imagem da medalha situa-se no século XV.[10]
A medalha, com algumas variações, possui na frente a imagem de São Bento, vestindo o traje monástico - chamado cógula - trazendo na mão direita uma cruz e na mão esquerda uma flâmula ou livro aberto, que representa a Regra. No verso, há uma imagem da cruz. Ambas as faces trazem inscrições em latim, seja apenas letras ou em palavras, a saber:
Na frente da medalha:
"Eius in obitu nostro praesentia muniamur" = Sejamos protegidos pela sua presença na hora de nossa morte.
No verso:
C S P BCrux Sancti Patris Benedicti - Cruz Sagrada do Padre Bento
C S S M LCrux Sacra Sit Mihi Lux - A Cruz Sagrada seja minha Luz
N D S M DNon Draco Sit Mihi Dux - Não seja o dragão meu guia
V R SVade retro, satana! - Para trás, Satanás!
N S M VNunquam Suade Mihi Vana - Nunca seduzas minha alma
S M Q LSunt Mala Quae Libas - São coisas más as que brindas
I V BIpse Venena Bibas - Bebas do mesmo veneno
Essa oração, acrescida da jaculatória "Rogai por nós bem aventurado São Bento, para que sejamos dignos das promessas de Cristo", se tornou uma fórmula de oração a São Bento.
Em 1742, o Papa Bento XIV aprovou a medalha, concedendo indulgências a quem a usar e estabelecendo a oração do verso da medalha como uma forma de exorcismo, que se tornou conhecida como Vade retro Satana. Atualmente, uma forma comum da medalha é a que vemos nessas ilustrações, conhecida como Medalha do Jubileu, pois foi cunhada em 1880 por ocasião do XIV Centenário do nascimento de São Bento, pelos monges de Beuron para a abadia de Monte Cassino. Essa medalha acrescenta a palavra pax - paz - no alto da cruz e aos pés de São Bento os dizeres Ex S.M. Casino MDCCCLXXX - Do Santo Monte Casino - 1880.[11]
_____________________________________  
Regra de São Bento 
Regra de São Bento (em latimRegula Benedicti ou RB), escrita por Bento de Núrsia no século VI, é um conjunto de preceitos destinados a regular a vivência de uma comunidade monástica cristã, regida por um abade. Escrita numa altura em que pululavam, por toda a Cristandade, inúmeras regras, começou a ter sucesso sobretudo a partir do século VIII, quando os Carolíngios ordenaram que fosse a única regra monástica autorizada nos seus territórios - e a partir daí, esse preceito estendeu-se ao resto da Europa, sobretudo com o advento da reforma gregoriana. Foi também adoptada, com igual sucesso, pelas comunidades regrantes femininas. Pode-se dizer que a regra tem sido um guia, ao longo da sua existência, para todas as comunidades cristãs da Cristandade Católica e, desde a Reforma Protestante, também aplicável às tradições Anglicana e Protestante.
O espírito da Regra de São Bento resume-se em dois pontos: o lema da Ordem de São Bento (pax - «paz»), que nasceria séculos mais tarde, como resultado da agremiação de vários mosteiros que partilhavam a mesma regra; e ainda o tradicional ora et labora («reza e trabalha»), súmula da vida que cada monge deve levar.[1]

VAMOSPENSAR?

" Mensagens para Reflexão !" (http://migre.me/3fb42 )
SALMO 49
"1.Salmo de Asaf. Falou o Senhor Deus e convocou toda a terra, desde o levante até o poente.
2.Do alto de Sião, ideal de beleza, Deus refulgiu:
3.nosso Deus vem vindo e não se calará. Um fogo abrasador o precede; ao seu redor, furiosa tempestade.
4.Do alto ele convoca os céus e a terra para julgar seu povo: 5.Reuni os meus fiéis, que selaram comigo aliança pelo sacrifício.
6.E os céus proclamam sua justiça, porque é o próprio Deus quem vai julgar.
7.Escutai, ó meu povo, que eu vou falar: Israel, vou testemunhar contra ti. Deus, o teu Deus, sou eu.
8.Não te repreendo pelos teus sacrifícios, pois teus holocaustos estão sempre diante de mim.
9.Não preciso do novilho do teu estábulo, nem dos cabritos de teus apriscos,
10.pois minhas são todas as feras das matas; há milhares de animais nos meus montes.
11.Conheço todos os pássaros do céu, e tudo o que se move nos campos.
12.Se tivesse fome, não precisava dizer-te, porque minha é a terra e tudo o que ela contém.
13.Porventura preciso comer carne de touros, ou beber sangue de cabrito?...
14.Oferece, antes, a Deus um sacrifício de louvor e cumpre teus votos para com o Altíssimo.
15.Invoca-me nos dias de tribulação, e eu te livrarei e me darás glória.
16.Ao pecador, porém, Deus diz: Por que recitas os meus mandamentos, e tens na boca as palavras da minha aliança? 17.Tu que aborreces meus ensinamentos e rejeitas minhas palavras?
 18.Se vês um ladrão, te ajuntas a ele, e com adúlteros te associas.
19.Dás plena licença à tua boca para o mal e tua língua trama fraudes.
20.Tu te assentas para falar contra teu irmão, cobres de calúnias o filho de tua própria mãe.
21.Eis o que fazes, e eu hei de me calar? Pensas que eu sou igual a ti? Não, mas vou te repreender e te lançar em rosto os teus pecados.
22.Compreendei bem isto, vós que vos esqueceis de Deus: não suceda que eu vos arrebate e não haja quem vos salve. 23.Honra-me quem oferece um sacrifício de louvor; ao que procede retamente, a este eu mostrarei a salvação de Deus." 

FORMAÇÃO SOBRE LITURGIA/ATITUDES/COTIDIANA



http://migre.me/3R58v

FORMAÇÃO SOBRE LITURGIA /DE ATITUDES / COTIDIANA.




ESPIRITUALIDADE CARMELITANA
ESPIRITUALIDADE DO CARMELO DESCALÇO.
Carmelo significa graça e fertilidade. A Bíblia o descreve como uma torrente – a fonte de Elias – e uma vinha fertilíssima... A beleza da sua paisagem serviu a Salomão de inspiração para expressar a beleza da esposa do Cântico dos Cânticos: “Tua cabeça sobre ti é tão linda como o Carmelo e teus cabelos como a púrpura” (Cânt. 7.5). 
A reforma introduzida por Teresa e João da Cruz quer ser uma superior e quanto delicada fusão entre o ideal contemplativo, próprio dos primeiros eremitas do Monte Carmelo, e o ideal apostólico que animou profundamente os dois Santos Reformadores. Esta admirável síntese espiritual pode ser esquematizada nos seguintes binômios:
Intensa busca de Deus, que busca o homem, e grande atenção ao homem, sedento de Deus.
Comunhão com Deus, no seguimento do Cristo, e comunhão com a Igreja, do Cristo seguidora.
Repouso do ânimo na prática da oração e esforço ascético de purificação.
Quietude em Deus e inquietude pela salvação do mundo.
Gosto pelas coisas espirituais e sentido do concreto.
Solidão, silêncio, retiro e zelo pelas almas, doutrina universal, impulso missionário.
 A espiritualidade do Carmelo se embasa sobre a doutrina de Teresa de Jesus e de João da Cruz, proclamados Doutores da Igreja, e é unanimemente reconhecida como o suporte fundamental da teologia ascética e mística. Esta doutrina, que toma o nome de Escola Teresiana, foi sucessivamente enriquecida pela experiência e pelos escritos de outras figuras carmelitanas, como Teresa do Menino Jesus (desde 1997 Doutora da Igreja), Elisabete da Trindade e Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein). Característico da espiritualidade carmelitana é o acentuado cristocentrismo. No coração da vida espiritual resplende a figura de Cristo, que a alma busca por meio das virtudes teologais (fé, esperança e amor) e ascéticas (humildade, caridade e desapego), tomando o caminho da oração amorosa.
Desta espiritualidade profundamente mística e corajosamente ascética floresce, desde o século XVII, o ideal missionário. Basta pensar que a primeira Congregação de Propaganda Fidei (1600) foi em grande parte obra dos Carmelitas Descalços, e teve a notável influência do grande missionário espanhol Fr. Tomás de Jesus. Os primeiros missionários italianos estiveram na Pérsia (atual Irã e Iraque - 1604) e em seguida fundaram em Malta, nas Índias, em Moçambique e Madagascar, na China e no Extremo Oriente.
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ESPIRITUALIDADE BENEDITINA.
São Bento e sua espiritualidade
“Houve um homem de vida venerável, Bento pela graça e pelo nome, que ainda muito jovem, retirando os pés que quase colocara no mundo desejando só a Deus agradar, abandonou bens da casa paterna, para viver vida monástica e buscar somente a Deus” (II livros dos Diálogos- São Gregório Magno eleito papa em 490 d.C.)
A vida monástica no ocidente está baseada na espiritualidade beneditina. Sua característica principal é a atração para o absoluto e para o eterno. Tal espiritualidade está centrada na Regra de São Bento, escrita por volta do ano 530. Desde que foi escrita tem sido praticada e vivida pelos filhos e filhas de São Bento ao longo dos séculos. O segredo da vitalidade da Regra de São Bento se dá pelo fato dela ser alicerçada na Sagrada Escritura, especialmente nos Evangelhos propondo um estilo de vida para aqueles que querem segui-lo de um modo mais intenso.
A busca de Deus
São Bento considera o ser humano em sua totalidade, para ele o monge (palavra que vem de monos que significa um) é aquele que é unificado para ser um com Deus. A espiritualidade beneditina pode ser compreendida pela busca plena de Deus, através da oração, do trabalho, do acolhimento dos hóspedes e do próximo, da vida comunitária e da paternidade espiritual. A experiência de Deus se dá na prática da existência, no modo de pensar e de agir: é no cotidiano que a vida monástica se desenvolve, a qualidade da oração está vinculada à qualidade da relação do monge consigo mesmo e com o próximo. O mosteiro beneditino e definido por São Bento como uma “escola de serviço do Senhor” (Regra de São Bento Prol. 45) nele o monge aprende a ouvir a Deus e a pôr em pratica a sua Palavra, tornando-se seu discípulo.
São Bento ensina aos seus filhos e filhas, desde o começo, que o caminho da vida beneditina se percorre amando a Cristo sem restrição, Ele é o centro vital para o qual tudo se direciona no mosteiro. Aqueles que se encontram no mosteiro: o irmão e a irmã, o hóspede, o abade e a abadessa, o pobre, o doente, o próximo trazem a presença viva de Cristo. Ele pede na sua Regra: “Nada antepor ao amor de Cristo” (Regra de São Bento 4,21). É em nossa vida de oração que manifestamos esse profundo amor pelo Cristo. De fato Cristo se encontra no próximo, porém, é na ação litúrgica que Ele se manifesta em sua plenitude: através da Liturgia vamos ao Cristo; e pela Liturgia Cristo vem a nós. Ao longo do Ano Litúrgico vive-se o Cristo e seus mistérios é em torno da Ação Litúrgica que se organiza interiormente a busca de Deus. A Eucaristia, por sua vez é o centro da vida litúrgica do mosteiro. Essa centralidade também está presente em nossa vida comunitária: “Nossa vivência sacramental é fonte inesgotável e insubstituível de força e alimento diário para a nossa alma” (Regra de Vida 104).
Nada antepor a Cristo
A oração é a maior obra do monge, São Bento lhes pede: “Nada antepor ao Ofício Divino” (Regra de São Bento 4, 55; 43,3). Seguindo a espiritualidade beneditina da santificação do tempo através da Liturgia das Horas nossa Regra de Vida 107 afirma que: “A Liturgia das Horas […] fará parte essencial da vida de oração dos membros consagrados e aliançados.[…] é o exercício e a realização mais elevada da missão perene confiada por Cristo à sua Igreja. […] estejam conscientes da responsabilidade de estarem contribuindo para a salvação de todo mundo por estarem realizando a missão da Igreja orante.”
Na oração pessoal (Regra de São Bento 19 -20) busca-se a intimidade com a Palavra de Deus, ela é feita na pureza do coração e na compunção das lágrimas (Regra de São Bento 20, 3). Torna-se, portanto, necessário aprender a escutar, a ouvir o que Deus quer nos dizer. São Bento nos ensina no Prólogo da sua Regra: “Escuta, filho, os preceitos do Mestre, e inclina o ouvido do teu coração; recebe de boa vontade e executa eficazmente o conselho de um bom pai”. Só quem sabe ouvir, sabe obedecer.

A espiritualidade de São Bento é a vivência cotidiana da humildade, do silêncio, da obediência, da oração, de modo especial na Liturgia das Horas e na Lectio Divina, da paz, da discrição, do trabalho, da pontualidade, da hospitalidade e do amor na vida fraterna e para com os pobres. São elementos que constituem o espírito beneditino que buscamos também vivenciá-lo em nossa vida comunitária.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Movimento/VALE NA FÉ : SP/BR




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Movimento / VALE NA FÉ :SP/BR
Vamos unir nosso Vale do Paraíba/SP/BR na Amizade em Oração pela Evangelização em nossa Fé!
Conto com vocês, sejam bem vindos.

MOVIMENTO DEUS É MAIS/ESTADO DE SP/ BR

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MOVIMENTO DEUS É MAIS / ESTADO DE SP /BR
VAMOS UNIR O ESTADO DE SÃO PAULO EM UMA GRANDE CORRENTE DE EVANGELIZAÇÃO EM ORAÇÃO E AMIZADE.
USEMOS DE TODOS OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO PARA PROCLAMAR DEUS EM NOSSAS VIDAS E GLORIFICA-LO DIZENDO QUE DEUS É MAIS.
MAIS EM NOSSAS VIDAS, MAIS EM TUDO, MAIS QUE TUDO.
SEJAM BEM VINDOS!

MOVIMENTO: O ESPÍRITO SANTO NOS CONDUZ /MG/BR

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MOVIMENTO : O ESPÍRITO SANTO NOS CONDUZ /MG /BR

VAMOS NOS UNIR AOS NOSSOS IRMÃOS DE MINAS GERAIS EM ORAÇÃO E AMIZADE PERMITINDO QUE O ESPIRITO SANTO NOS CONDUZA.

UNIDOS A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA.

FORMEMOS UMA GRANDE REDE DE ORAÇÃO E AMIZADE.
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MOVIMENTO:O CORAÇÃO DE JESUS BATE EM NÓS /N-CO/BR

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MOVIMENTO: O CORAÇÃO DE JESUS BATE EM NÓS / N-CO/BR

VAMOS NOS UNIR AOS NOSSOS IRMÃOS DO NORTE E CENTRO OESTE DO BRASIL EM ORAÇÃO E AMIZADE PERMITINDO QUE O SAGRADO CORAÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, BATA EM NÓS;
"FOMOS CRIADOS A IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS, QUE NOSSOS CORAÇÕES HUMANOS SEJAM SEMELHANTES AO CORAÇÃO DE CRISTO."
(JESUS MANSO E HUMILDE DE CORAÇÃO, FAZEI NOSSO CORAÇÃO SEMELHANTE AO VOSSO. AMÉM)
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